Calendário Feminista - Novembro
25 - Dia Internacional de Luta pela Não-Violência Contra a Mulher
Início da Campanha Mundial 16 Dias de Ativismo
27 - Ratificação pelo Brasil em 1995 da Convenção de Belém do Pará
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Programação do 8 de Março do Fórum de Mulheres de Lauro de Freitas - BA
01/03 - 9h .Café da manha e Roda de conversa: Violência contra a mulher em debate
Local: Quingoma
04/03 – 15h. Sessão Especial: Legalizar e Descriminalizar o Aborto.
Local: Câmara de Vereadores
06/03. Apresentação teatral:
“Pó... Compacto” Tema: Lei Maria da Penha
Direção: Renato Lima
Atuação: Mayra Gotichald
- Exposição do Fórum de Mulheres no hall de entrada
Local: Cine Teatro
07/03 – 9h III Caminhada “Varias Faces, uma luta”
Local: Concentração Shopping Feira
11/03 – 19h Telão na Praça: Discussão sobre raça e gênero
Local: Largo do Caranguejo
14/03 – 9h -Encontro das Mulheres do Fórum de Mulheres de Lauro de Freitas
Local: Centro de Referencia Mãe Mirinha de Portão
18/03 – 9 h Oficina Gênero e sexualidade
Local: CAPS
27,28 e 29/03 II modulo da Formação em Orçamento Publico para as mulheres do Fórum LF
Local: Centro de treinamento de lideres – Itapua
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Secretaria Especial de Políticas para mulheres tem novo endereço
Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres
Fax: 3327 -7464
3411 -4211 (Secretária)
Leiliane Rebouças - 3411 -4236
Gabriela Vale - 3411 - 4228
Camila Salgado - 3411 -4210
Gênero e Diversidade na Escola (GDE) no Rio de Janeiro
O programa é resultado de uma parceria do CLAM com ministérios do governo federal (Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e o Ministério da Educação), com a Secretaria do Estado de Educação do Rio de Janeiro e com secretarias municipais de educação da região metropolitana e do interior fluminense. Ao longo do curso, que é dividido em módulos, são abordadas cinco temáticas: gênero, sexualidade, relações étnico-raciais, gravidez na adolescência e participação juvenil.
Coordenadora geral do projeto, Leila Araujo, chama atenção para a importância do programa, tendo em vista que a formação regular dos professores ainda não oferece capacitação adequada para a abordagem desses temas. Além disso, Leila destaca que a escola, sendo uma das mais importantes instituições sociais, é um lugar privilegiado e motivador de mudanças: “A escola tem capacidade para atingir toda a sociedade, através da ação multiplicadora de uma nova mentalidade”, avalia.
Para a professora Ambrosina Gomes da Conceição, da rede estadual do Rio de Janeiro, que participou do projeto-piloto do GDE, realizado em 2007, o curso permitiu que os educadores percebessem as possibilidades de atividades que podem ser implantadas no ambiente escolar contra diversos tipos de preconceito. Segundo Ambrosina, o que se nota hoje é uma dificuldade dos professores em lidar com tais assuntos, em parte por falta de conhecimento a respeito. “A questão da diversidade deve ser pensada nacionalmente, sem perder o foco local, pois cada estado e cada cidade possuem suas peculiaridades nesse aspecto”.
O GDE, que tem 244 horas de duração e será certificado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é um curso semi-presencial, sendo considerado de atualização pelo MEC. Ao todo, serão ministradas três aulas presenciais e as demais via Internet – no Ambiente Virtual de Aprendizagem. As turmas terão no máximo 40 alunos.
Coordenadora executiva do GDE, Cláudia Regina Ribeiro, informa que podem se inscrever no programa professores de qualquer disciplina:
“Na realidade, qualquer um envolvido no processo pedagógico, como diretor, inspetor, coordenador, é interessante que se aprofunde nesses temas, mas nosso objetivo principal são os professores”, afirma, acrescentando que ao final do curso será distribuído um caderno com sugestões de atividades para serem realizadas em sala de aula.
Sobre o número de jovens que serão atingidos pelo GDE, Cláudia destaca que “este é um dado incomensurável”, na medida em que muitos dos professores da rede pública lecionam também em escolas particulares e até em outros municípios, o que deve ampliar de maneira considerável os efeitos do programa.
A seleção dos municípios participantes buscou abranger, de forma equilibrada, as diversas regiões do Estado do Rio de Janeiro. Para cada município, dependendo do número total de professores, serão oferecidas de 100 a 200 vagas para o curso.
Participam desta edição do programa os municípios de Angra dos Reis, Belford Roxo, Cabo Frio, Campos, Duque de Caxias, Itaboraí, Macaé, Maricá, Mangaratiba, Niterói, Nova Iguaçu, Nova Friburgo, Paraíba do Sul, Paraty, Petrópolis, Queimados, Rio de Janeiro, Rio das Ostras, São Gonçalo, São João de Meriti.
Para mais informações, acesse o hotsite do GDE.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Obra rara sobre a mulher disponível online em biblioteca da USP
Dentre as obras já digitalizadas, temos a "Le travail des femmes au XIX siecle", de Paul Leroy-Beaulieu, escrita em 1873.
Vale a pena visitar!
http://www.obrasraras.usp.br/
Educação Básica Brasileira vai passar a valorizar a Diversidade Sexual em sala
A Conferência teve como objetivo discutir a educação brasileira com todos os setores ligados à educação básica, a fim de melhorar o ensino e promover o efetivo aprendizado em sala de aula.
As políticas de inclusão e diversidade na educação básica deverão:
2) Desenvolver e ampliar programas de formação inicial e continuada em sexualidade e diversidade, visando a superar preconceitos, discriminação, violência sexista e homofóbica no ambiente escolar, e assegurar que a escola seja um espaço pedagógico, livre e seguro para todos e todas.
3) Rever e implementar diretrizes, legislações e medidas administrativas para os sistemas de ensino promoverem a cultura do reconhecimento da diversidade de gênero, identidade de gênero e orientação sexual no cotidiano escolar.
4) Garantir que a produção de todo e qualquer material didático-pedagó gico incorpore a categoria "gênero" como instrumento de análise, e que não se utilize de linguagem sexista, homofóbica e discriminatória.
5) Inserir os estudos de gênero e diversidade sexual no currículo das licenciaturas.
IX Acampamento de Mulheres Trabalhadoras Rurais - BA
Nesse momento, estamos, mais uma vez, solicitando a colaboração de companheiras e companheiros que se dispõem a ministrar oficinas para essas mulheres. Como parte do conjunto de atividades programadas para este evento, as oficinas serão coordenadas pelo NEIM/UFBa e ocorrerão somente no dia 10 de março (terça feira) nos dois turnos, das 8:30 h às 12h e das 14:00 h às 17:30 h.
Tendo como lema “Mulheres sem Terra em Defesa da Soberania Alimentar e contra o Agronegócio, as palestras e debates em plenária, bem como as oficinas se centrarão preferencialmente sobre os seguintes eixos temáticos:
1) Soberania Alimentar e Agronegócio
2) Combate violência contra as mulheres
3) Corpo, Saúde, Direitos reprodutivos e sexuais
4) Mulheres e espaços de poder
5) Mulher e cultura de massa
Mantendo-se esse foco, as oficinas deverão proporcionar reflexões e práticas diversas em torno de diferentes temas de interesse das mulheres, quais sejam: Violência, Soberania alimentar, Trabalho, Participação política, Meio ambiente, Direitos reprodutivos, Direitos Previdenciários, Sexualidade e Saúde, Esporte, Lazer e Cultura, entre outros.
Com a retomada da temática da Soberania Alimentar e da Violência Contra a Mulher em 2009, já abordada nos dois últimos anos, o MST e a CETA pretendem dar continuidade e aprofundar o processo de qualificação e preparação das mulheres para que lutem “contra todas as formas de violência a que estão submetidas as camponesas, as trabalhadoras urbanas e rurais. Neste caso, merece destaque a questão da soberania alimentar, entendida pela Via Campesina – articulação mundial de organizações camponesas da qual o MST faz parte – como:
“o direito dos povos de definir as próprias políticas e estratégias sustentáveis de produção, distribuição e consumo de alimentos que garantam o direito a alimentação para toda a população com base na pequena e média produção, respeitando suas próprias culturas e a diversidade de modos camponeses, pesqueiros e indígenas de produção agropecuário, de comercialização e de gestão dos espaços rurais, nos quais a mulher desempenha um papel fundamental. A soberania alimentar favorece a soberania econômica, política e cultural dos povos. Defender a soberania alimentar é reconhecer uma agricultura com camponeses(as), indígenas e comunidades pesqueiras, vinculadas ao território; prioritariamente orientada a satisfação das necessidades dos mercados locais e nacionais.” (Declaração do Fórum Mundial de Soberania Alimentar, 2001, citado pela Coordenação Nacional do MST, 2007).
Portanto, companheira(o), caso possa contribuir para a concretização deste importante evento, cujo objetivo é afirmar a identidade das mulheres como trabalhadoras e agricultoras rurais, fortalecendo-as na sua luta em defesa da vida e da cidadania, solicitamos que nos nos confirme a sua participação, encaminhando-nos, o mais breve possível, a sua proposta de atividade, afim de que possamos organizar a programação das oficinas em tempo hábil (conforme explicitado a seguir).
Nesta proposta é importante que seja explicitado:
Ø Título/Tema da oficina/Objetivo(s)
Ø Responsável (responsáveis) pela execução
Ø Nº de participantes/turma
Ø Horário pretendido para realização da oficina (se pela manhã ou a tarde)
Ø Carga horária/oficina
Ø E-mail e telefone para contato
Pedimos ainda que, caso pretenda realizar mais de uma oficina, deixe isso claro para que possamos programá-las nos dois turnos. As propostas deverão ser encaminhadas à Comissão de organização das oficinas via e-mail para: (mlschefler@ig.com.br)
Quanto ao local aonde será realizado o Acampamento, informaremos por e-mail, tão logo seja definido pela Comissão de Organização do evento em pauta.
Atenciosamente,
Maria de Lourdes Novaes Schefler -NEIM/UFBa
Adenilsa Monteiro- MST
Anna Kaufmann
IX Acampamento de Mulheres Trabalhadoras Rurais - BA
Nesse momento, estamos, mais uma vez, solicitando a colaboração de companheiras e companheiros que se dispõem a ministrar oficinas para essas mulheres. Como parte do conjunto de atividades programadas para este evento, as oficinas serão coordenadas pelo NEIM/UFBa e ocorrerão somente no dia 10 de março (terça feira) nos dois turnos, das 8:30 h às 12h e das 14:00 h às 17:30 h.
Tendo como lema “Mulheres sem Terra em Defesa da Soberania Alimentar e contra o Agronegócio, as palestras e debates em plenária, bem como as oficinas se centrarão preferencialmente sobre os seguintes eixos temáticos:
1) Soberania Alimentar e Agronegócio
2) Combate violência contra as mulheres
3) Corpo, Saúde, Direitos reprodutivos e sexuais
4) Mulheres e espaços de poder
5) Mulher e cultura de massa
Mantendo-se esse foco, as oficinas deverão proporcionar reflexões e práticas diversas em torno de diferentes temas de interesse das mulheres, quais sejam: Violência, Soberania alimentar, Trabalho, Participação política, Meio ambiente, Direitos reprodutivos, Direitos Previdenciários, Sexualidade e Saúde, Esporte, Lazer e Cultura, entre outros.
Com a retomada da temática da Soberania Alimentar e da Violência Contra a Mulher em 2009, já abordada nos dois últimos anos, o MST e a CETA pretendem dar continuidade e aprofundar o processo de qualificação e preparação das mulheres para que lutem “contra todas as formas de violência a que estão submetidas as camponesas, as trabalhadoras urbanas e rurais. Neste caso, merece destaque a questão da soberania alimentar, entendida pela Via Campesina – articulação mundial de organizações camponesas da qual o MST faz parte – como:
“o direito dos povos de definir as próprias políticas e estratégias sustentáveis de produção, distribuição e consumo de alimentos que garantam o direito a alimentação para toda a população com base na pequena e média produção, respeitando suas próprias culturas e a diversidade de modos camponeses, pesqueiros e indígenas de produção agropecuário, de comercialização e de gestão dos espaços rurais, nos quais a mulher desempenha um papel fundamental. A soberania alimentar favorece a soberania econômica, política e cultural dos povos. Defender a soberania alimentar é reconhecer uma agricultura com camponeses(as), indígenas e comunidades pesqueiras, vinculadas ao território; prioritariamente orientada a satisfação das necessidades dos mercados locais e nacionais.” (Declaração do Fórum Mundial de Soberania Alimentar, 2001, citado pela Coordenação Nacional do MST, 2007).
Portanto, companheira(o), caso possa contribuir para a concretização deste importante evento, cujo objetivo é afirmar a identidade das mulheres como trabalhadoras e agricultoras rurais, fortalecendo-as na sua luta em defesa da vida e da cidadania, solicitamos que nos nos confirme a sua participação, encaminhando-nos, o mais breve possível, a sua proposta de atividade, afim de que possamos organizar a programação das oficinas em tempo hábil (conforme explicitado a seguir).
Nesta proposta é importante que seja explicitado:
Ø Título/Tema da oficina/Objetivo(s)
Ø Responsável (responsáveis) pela execução
Ø Nº de participantes/turma
Ø Horário pretendido para realização da oficina (se pela manhã ou a tarde)
Ø Carga horária/oficina
Ø E-mail e telefone para contato
Pedimos ainda que, caso pretenda realizar mais de uma oficina, deixe isso claro para que possamos programá-las nos dois turnos. As propostas deverão ser encaminhadas à Comissão de organização das oficinas via e-mail para: (mlschefler@ig.com.br)
Quanto ao local aonde será realizado o Acampamento, informaremos por e-mail, tão logo seja definido pela Comissão de Organização do evento em pauta.
Atenciosamente,
Maria de Lourdes Novaes Schefler -NEIM/UFBa
Adenilsa Monteiro- MST
Anna Kaufmann
IX Acampamento de Mulheres Trabalhadoras Rurais - BA
Nesse momento, estamos, mais uma vez, solicitando a colaboração de companheiras e companheiros que se dispõem a ministrar oficinas para essas mulheres. Como parte do conjunto de atividades programadas para este evento, as oficinas serão coordenadas pelo NEIM/UFBa e ocorrerão somente no dia 10 de março (terça feira) nos dois turnos, das 8:30 h às 12h e das 14:00 h às 17:30 h.
Tendo como lema “Mulheres sem Terra em Defesa da Soberania Alimentar e contra o Agronegócio, as palestras e debates em plenária, bem como as oficinas se centrarão preferencialmente sobre os seguintes eixos temáticos:
1) Soberania Alimentar e Agronegócio
2) Combate violência contra as mulheres
3) Corpo, Saúde, Direitos reprodutivos e sexuais
4) Mulheres e espaços de poder
5) Mulher e cultura de massa
Mantendo-se esse foco, as oficinas deverão proporcionar reflexões e práticas diversas em torno de diferentes temas de interesse das mulheres, quais sejam: Violência, Soberania alimentar, Trabalho, Participação política, Meio ambiente, Direitos reprodutivos, Direitos Previdenciários, Sexualidade e Saúde, Esporte, Lazer e Cultura, entre outros.
Com a retomada da temática da Soberania Alimentar e da Violência Contra a Mulher em 2009, já abordada nos dois últimos anos, o MST e a CETA pretendem dar continuidade e aprofundar o processo de qualificação e preparação das mulheres para que lutem “contra todas as formas de violência a que estão submetidas as camponesas, as trabalhadoras urbanas e rurais. Neste caso, merece destaque a questão da soberania alimentar, entendida pela Via Campesina – articulação mundial de organizações camponesas da qual o MST faz parte – como:
“o direito dos povos de definir as próprias políticas e estratégias sustentáveis de produção, distribuição e consumo de alimentos que garantam o direito a alimentação para toda a população com base na pequena e média produção, respeitando suas próprias culturas e a diversidade de modos camponeses, pesqueiros e indígenas de produção agropecuário, de comercialização e de gestão dos espaços rurais, nos quais a mulher desempenha um papel fundamental. A soberania alimentar favorece a soberania econômica, política e cultural dos povos. Defender a soberania alimentar é reconhecer uma agricultura com camponeses(as), indígenas e comunidades pesqueiras, vinculadas ao território; prioritariamente orientada a satisfação das necessidades dos mercados locais e nacionais.” (Declaração do Fórum Mundial de Soberania Alimentar, 2001, citado pela Coordenação Nacional do MST, 2007).
Portanto, companheira(o), caso possa contribuir para a concretização deste importante evento, cujo objetivo é afirmar a identidade das mulheres como trabalhadoras e agricultoras rurais, fortalecendo-as na sua luta em defesa da vida e da cidadania, solicitamos que nos nos confirme a sua participação, encaminhando-nos, o mais breve possível, a sua proposta de atividade, afim de que possamos organizar a programação das oficinas em tempo hábil (conforme explicitado a seguir).
Nesta proposta é importante que seja explicitado:
Ø Título/Tema da oficina/Objetivo(s)
Ø Responsável (responsáveis) pela execução
Ø Nº de participantes/turma
Ø Horário pretendido para realização da oficina (se pela manhã ou a tarde)
Ø Carga horária/oficina
Ø E-mail e telefone para contato
Pedimos ainda que, caso pretenda realizar mais de uma oficina, deixe isso claro para que possamos programá-las nos dois turnos. As propostas deverão ser encaminhadas à Comissão de organização das oficinas via e-mail para: (mlschefler@ig.com.br)
Quanto ao local aonde será realizado o Acampamento, informaremos por e-mail, tão logo seja definido pela Comissão de Organização do evento em pauta.
Atenciosamente,
Maria de Lourdes Novaes Schefler -NEIM/UFBa
Adenilsa Monteiro- MST
Anna Kaufmann
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Rede Feminista promove Consulta sobre Exploração Sexual
Nossa contribuição será a elaboração de um boletim a ser veiculado em 20 países.
Caso sua organização ou você, ou outra organização conhecida a ser contatada, realize alguma ação neste sentido, especialmente com vistas aos impactos na saúde, por favor, nos envie um breve resumo de no máximo 15 linhas, dizendo: quem somos, o que fazemos, como vemos o problema.
Grata por sua contribuição,
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Ativismo do NEIM participa do carnaval pelo terceiro ano - BA
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
SPM seleciona Relatora - DF
Encontro Feminista Autônomo
DE 12 A 15 de março, 2009.
DF. México.
http://feministasautonomasenlucha.blogspot.com/
Estimadas companheiras da autonomia feminista da América Latina e do Caribe:
Com apenas poucas semanas para a realização do encontro que sonhamos, escrevemos para colocar vocês em dia a respeito da evolução do processo de organização e passar algumas informações oportunas. Com isso tentamos responder às cartas que nos enviaram de diferentes pontos do continente. Desde já agradecemos pela acolhida a essa idéia que surgiu a partir de nossas necessidades, nossas cumplicidades e nossas práticas.
Sobre o local do Encontro.
Nosso Encontro será na Cidade do México de 12 a 15 de Março de 2009.
Graças ao árduo trabalho de feministas autônomas da Cidade do México, lograremos okupar o coração dessa cidade. Nossa reunião será na Coordinadora Nacional de Trabajadores de la Educación (CNTE)- Coordenação Nacional de Trabalhadores da Educação, um espaço dissidente do sindicato oficialista de professores (SNTE) ligado não somente ao governo, mas também ao Partido Revolucionário Institucional (PRI)_ principal braço repressor do movimento dos docentes. Nesta luta constante a CNTE se autoproclamou um movimento amplo que se contrapõe ao oficialismo sindical corrupto desse país. O custo pago por sua autonomia foi muito caro, pois integrantes desse movimento, como é de conhecimento público, foram desaparecidas- ou/e assassinados-as. Em que pese a repressão sofrida a CNTE mantém este espaço que nos receberá na condição de Encontro Feminista Autônomo.
Esse espaço está localizado na rua Belisario Domínguez 32, a duas quadras do metrô Allende, Linha-2 Azul do metrô. Em pleno Centro Histórico da Cidade do México.
Sobre a inscrição.
Foi aberto o processo de inscrição. Para facilitar essa tarefa convidamos a preencher a ficha ao final desta comunicação e encaminhá-la para feministasautonomas@yahoo.com.br, até 28 de fevereiro.
Sobre a hospedagem
Lançamos um chamamento às compas no DF para que abram suas casas e apartamentos e a reação nos confirmou, uma vez mais, que com vontade e solidariedade as coisas podem ser feitas. Dessa forma, contamos com alguns espaços para hospedar-nos perto do onde trabalharemos. É necessário trazer apenas um saco de dormir ou colchonete e, naturalmente, nos avisar com tempo para reservarmos o lugar.
Sobre os vistos
Não é muito fácil conseguir visto para o México. Sugerimos que se informem a tempo sobre os requisitos necessários para não haver problemas na chegada.
Sobre o clima
O clima no DF está perfeito para nosso Encontro, oscilando entre 15 e 25 graus. É bom levar algum abrigo principalmente para as noites.
Taxa de câmbio:
Nesse momento a taxa oficial é 1U$= 14 pesos mexicanos.
CONTATOS:
Para qualquer dúvida, pergunta, informação que necessitem saber e para enviar sua inscrição, por favor, escreva para:
feministasautonomas@yahoo.com.br
http://www.feministasautonomasenlucha.blogspot.com/
Um abraço feminista,
Comissão Organizadora
Encontro Feminista Autônomo
Anexo: Programa do Encuentro e Ficha de inscrição
ENCONTRO FEMINISTA AUTÔNOMO:
FAZENDO COMUNIDADE NA CASA DAS DIFERENÇAS
p r o g r a m a
de quinta 12 a domingo 15 de março 2009
FEMINISTAS AUTÔNOMAS DES-CONSTRUINDO, DE-GENERANDO, RE-PENSANDO, RE-ATUANDO, CON-VIVENDO.
Quinta 12: entre tragos, risadas, cantos, poemas: CELEBRANDO O REGRESSO DAS NON GRATAS!!!!
ü Manhã: Chegadas e acolhidas.
ü 12hs. Abertura:
- Apresentação das participantes;
- Acordos de funcionamento e de convivência;
- Almoço coletivo.
ü 16 hs- COMO ESTIVEMOS? Nossa história.
Entre todas pensaremos e desenharemos uma metodología que resgate a história da autonomia feminista destacando: seu nascimento, contextos históricos, estratégias, o pensamento que a apoiou, acertos e erros, autocríticas.
Como ponto de partida, algumas companheiras, entre elas de “Las Próximas”, “Las Dignas”, “Las Cómplices”, “Comunidad Mujeres Creando Comunidad”, “Memoria Feminista”, “las Chinchetas”, farão um pequeno relato a partir de sua própria visão.
ü 22 hs: Arte feminista.
Apresentação de livros:
mulheres rebeldes apresenta EN REBELDÍA;
en la frontera editora apresenta seu novo livro : Desobedientes;
Soñé que soñaba: uma crônica do movimento feminista na Colombia de 1975-1982- Cris Suaza ;
Julieta Paredes- Hilando fino (a partir do feminismo comunitário)
Exposições:
Fotografías : marian pessah
Sexta 13: COMO ESTIVEMOS? Nossa história.
ü 9,00 a 13,00 hs: Continuação
ü 14,00 – 19,00 hs: COMO ESTAMOS?, Como caracterizar o pensamento/ agir a partir do feminismo autônomo hoje?
· Quais são os argumentos políticos.
· O que estamos pensando nossas ações, propostas, utopias, alianças, etc.
· Satisfações e erros.
22 hs. ARTE FEMINISTA
Música: Apresentação de Ochy Curiel e outras propostas.
Sábado 14: PARA ONDE VAMOS?
Propostas para fortalecer um pensamento autônomo situado, anti-essencialista, atravessado pela multiplicidade de identidades e opressões.
Compromissos urgentes e inadiáveis de nosso agir.
Alianças efetivas e potenciais.
Informe sobre o processo até o VIII Encontro Lésbico Feminista Latino-americano e Caribenho.
Propostas para articular ações frente ao Encontro lésbico feminista da AL e Caribe, na Guatemala.
22,00 hs: Bailes, papos, práticas…
Domingo 15: ESTRATÉGIAS frente ao XI encontro feminista regional e construção da declaração do encontro.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Bloco Folia Feminista - BA
CONVOCAÇÃO GERAL
ATENÇÃO MULHERES!
Este ano a FOLIA estará vestida de Verde & Rosa em homenagem à Estação Primeira de Mangueira. Para participar você não precisa pagar. Apenas sua alegria e sua irreverência são pré-requisitos necessários para participar do bloco.
Se vista de verde e rosa e venha para a FOLIA FEMINISTA!
Divulgue para as mulheres de sua lista de contatos.
Prévia da Folia:
Dia 14/02 – sábado – Oficina Confecção de Adereços e Ensaio Geral – a partir das 14:00h no Instituto NZINGA de Capoeira Angola – Rua Alto da Sereia, 2 – 3° andar (próximo ao Restaurante Sukiaki) Rio Vermelho.
Aguardamos vocês!
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Beca CIDH – Relatoría sobre los Derechos de las Mujeres
1) Lugar de la Beca: Secretaría Ejecutiva de la Comisión Interamericana de Derechos – Relatoría sobre los Derechos de las Mujeres Dirección: 1889 F Street, N.W., Washington, D.C., 20006, Estados Unidos de América
2) Modalidad: Presencial
3) Plazo para la presentación de candidaturas: 6 de marzo de 2009
4) Fechas de inicio y de finalización: 1 de mayo de 2009 – 30 de abril de 2010
5) Duración de la Beca: Un (1) año
6) Objetivo: Ofrecer la oportunidad a jóvenes profesionales abogadas/os provenientes de los Estados Miembros de la OEA, de conocer y aplicar los mecanismos de protección del Sistema Interamericano de Derechos Humanos en el área de los derechos de las mujeres.
7) Programa: a) Apoyar el trabajo de la Relatoría sobre los Derechos de las Mujeres de la Comisión Interamericana, bajo la supervisión de sus especialistas durante el período de la beca; y c) al concluir la beca, presentar a la Secretaría Ejecutiva de la CIDH de un informe detallado sobre lo actuado.
8) Requisitos:
Ser ciudadano de un Estado Miembro de la OEA;
Ser bilingüe en los idiomas español e Inglés (adjuntar certificado que lo acredite), conocimientos de francés o portugués deseable;
Ser graduado en derecho en una universidad oficialmente acreditada (enviar copia del título y calificaciones obtenidas);
Interés profesional demostrable en el área legal de los derechos humanos, preferiblemente en el campo de los derechos de las mujeres;
Haber recibido el diploma universitario en derecho después del primero de enero de 2002;
Presentar un trabajo escrito de hasta cinco páginas no editado por otra persona, sobre un tema de interés por parte del postulante en el ámbito de los derechos de las mujeres;
9) Criterios de otorgamiento de becas de la OEA: De acuerdo al Artículo 4.2 del Manual de Procedimientos y Becas, las becas de la OEA se otorgarán conforme a los siguientes criterios:
Los objetivos y las prioridades establecidos en el Plan Estratégico de Cooperación Solidaria;
Las prioridades de capacitación de los Estados Miembros;
Los méritos y las credenciales generales del candidato, que incluyen sus antecedentes académicos y profesionales;
La necesidad financiera del candidato; y
Una distribución geográfica amplia y equitativa en beneficio de todos los Estados miembros y que tenga en cuenta las mayores necesidades de las economías más pequeñas y de menor desarrollo relativo.
10) Beneficios:
• La OEA provee un estipendio de US$2,800.00 mensuales en total durante el período que cubre la beca-pasantía, o sea US$33,600.00 durante 12 meses, y pasajes de ida y vuelta vía aérea, clase económica, desde el lugar de residencia del becario a Washington, D.C., USA[1]. Con dicho estipendio, el becario es responsable de adquirir una cobertura de salud de su elección por el tiempo de duración de la beca, debiendo acreditar formalmente la referida adquisición ante la Secretaría Ejecutiva de la CIDH.
• La CIDH otorgará un certificado de participación en el Programa de la Beca a los becarios que cumplan satisfactoriamente el período completo de duración de la Beca.
11) Responsabilidad de los candidatos seleccionados para dar inicio a la Beca:
• Los candidatos luego de resultar seleccionados deberán notificar, a la Comisión Interamericana de Derechos Humanos su disponibilidad para realizar la beca durante el período indicado y al Departamento de Desarrollo Humano, de tal manera que la OEA pueda hacer los arreglos necesarios para la compra del boleto aéreo de ida y vuelta -clase económica- entre el país de origen y la sede de la CIDH en Washington DC.
• En el caso de que el candidato seleccionado haya aceptado la beca, pero por razones ponderables no pueda posteriormente realizarla, debe notificarlo inmediatamente a la Comisión de Derechos Humanos y al Departamento de Desarrollo Humano, para que esta oficina decida las acciones a tomar y realice las gestiones pertinentes.
• Es responsabilidad de cada candidato seleccionado gestionar y obtener de manera oportuna la(s) visa(s) correspondiente(s) para ingresar al país de la beca y/o tránsito (si aplica). La OEA no solventará ningún gasto relacionado con la tramitación de documentos migratorios o visados. La CIDH de la OEA extenderá una comunicación al candidato seleccionado certificando su selección como becario oficial de la CIDH-OEA a fin de que solicite la visa correspondiente, la cuál será de su absoluta responsabilidad.
• Es responsabilidad del candidato seleccionado llegar al lugar de la beca con suficiente anticipación a fin de estar presente en la inauguración de la beca en la fecha establecida por la institución oferente del curso.
• Los candidatos seleccionados, deberán aceptar formalmente la beca de Desarrollo Profesional llenando y firmando el "Formulario de Aceptación de Beca" que el Departamento de Desarrollo Humano les enviará prontamente. Únicamente después de que el DDH ha recibido debidamente firmado este formulario, procederá a hacer los arreglos necesarios para la compra del boleto aéreo ida y vuelta clase económica entre el país de origen y/o residencia y la sede de la beca.
• Cuando un candidato seleccionado declina la beca después de que el boleto ha sido comprado sin la debida autorización del Departamento de Desarrollo Humano, o no viaja en las fechas establecidas o cambia la ruta, el candidato será responsable del costo del boleto aéreo o de cualquier costo adicional en el que se incurra.
• Cuando un candidato seleccionado no viaja en las fechas establecidas o cambia la ruta después que la Secretaría General de la Organización de los Estados Americanos (SG/OEA) ha comprado el boleto de viaje, el candidato será responsable de pagar la diferencia del costo del boleto de viaje para llegar a tiempo al inicio de la beca.
• El candidato seleccionado deberá reembolsar el costo total del boleto de viaje ida y regreso desde su país de residencia hacia el país sede de la beca, si después de que el boleto de viaje ha sido comprado, declina la beca sin la debida autorización por escrito del Departamento de Desarrollo Humano de la OEA. Esto incluye cualquier gasto adicional en el que la SG/OEA incurriera, tal como, costo extra por alojamiento durante el viaje del becario desde su país de residencia hacia el país en el cual se realiza la beca.
• Si el becario renuncia, cancela o termina la beca después de que el programa ha iniciado, sin presentar pruebas suficientes de la causa a la SG/OEA, ella/él deberá reembolsar a la SG/OEA la totalidad de los gastos incurridos en su persona.
12) Presentación de solicitudes de becas:
Aviso: Si usted ha sido favorecido con una beca del Programa de Desarrollo Profesional en los últimos doce (12) meses, o si usted actualmente tiene una beca de Estudios Académicos, No es elegible para aplicar a otra beca del programa de Desarrollo Profesional.
El Formulario de Solicitud de Beca en línea debe ser llenado en Internet y se encuentra disponible en la página web de la OEA en el siguiente enlace http://www.educoea.org dentro de los cursos del Programa de Becas de Desarrollo Profesional, modalidad presencial, haga "click" en el curso al cual está interesado en aplicar, al abrirlo, debe llegar hasta el final de la página en donde encontrará el botón de Continuar, el cual le abrirá el formulario oficial de aplicación en línea.
Todos los demás formularios deben ser llenados electrónicamente o a máquina.
Una vez que el postulante complete el formulario en línea y lo envíe, recibirá automáticamente una copia del formulario completo en su dirección de correo electrónico. Este formulario completo deberá ser impreso, firmado y enviado junto con todos los documentos solicitados y formularios adicionales que encontrará en el siguiente enlace http://www.educoas.org/portal/es/oasbecas/formapd.aspx?culture=es&navid=281
al Departamento de Desarrollo Humano de la OEA, localizado en 1889 F Street, N. W., Washington, D. C., 20006, USA, antes de la fecha límite de presentación de candidaturas.
[1] No se proveen fondos para gastos terminales y de tránsito
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Notícias do Curso Diversidade Sexual na Escola - RJ
Congresso sobre feminismo e religião - SP
"GÊNERO, FEMINISMO E RELIGIÃO
– Questões Epistemológicas"
2º. FÓRUM DE GÊNERO EM INSTITUIÇÕES METODISTAS
Dias 11, 12 e 13 de Março de 2009
Universidade Metodista de São Paulo
Local: UMESP
Rua Planalto, no 106. Rudge Ramos - Bernardo do Campo – São Paulo
Promoção: Grupo de Estudos de Gênero e Religião Mandrágora/NETMAL
& Faculdade de Teologia da Universidade Metodista
Programação: http://www.mandragora-netmal.blogspot.com
Inscrições: comunicacoesnetmal@gmail.com
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Lélia Gonzalez (01/02/1935 - 10/07/1994)
Seus escritos, simultaneamente permeados pelos cenários da ditadura política e da emergência dos movimentos sociais, são reveladores das múltiplas inserções e identificam sua constante preocupação em articular as lutas mais amplas da sociedade com a demanda específica dos negros e, em especial das mulheres negras. Os livros produzidos foram “Lugar de Negro”, Editora Marco Zero, 1982 (com Carlos Hasenbalg), “Festas Populares no Brasil”, premiado na Feira de Frankfurt. As demais referências da produção de Lélia Gonzalez são papers, comunicações, seminários, panfletos político-sociais, partidários, engajados, sempre de muita reflexão.
Declaração da Assembleia de Mulheres - FSM 2009 - Belém, 1 de fevereiro de 2009
O mundo hoje assiste a crises que expõem a inviabilidade deste sistema. As crises financeiras, alimentar, climática e energética não são fenômenos isolados, mas representam uma mesma crise do modelo, movido pela superexploraçã o do trabalho e da natureza e pela especulação e financeirizaçã o da economia.
Frente a estas crises não nos interessam as respostas paliativas e baseadas ainda na lógica do mercado. Isto somente pode levar a uma sobrevida do mesmo sistema. Precisamos avançar na construção de alternativas. Para a crise climática e energética, negamos a solução por meio dos agrocombustíveis e do mercado de créditos de carbono. Nós, mulheres feministas, propomos a mudança no modelo de produção e consumo. Para a crise alimentar, afirmamos que os transgênicos não representam uma solução. Nossa proposta é a soberania alimentar e a produção agroecológica. Frente à crise financeira e econômica, somos contra os milhões retirados dos fundos públicos para salvar bancos e empresas. Nós mulheres feministas reivindicamos proteção ao trabalho e direito à renda digna.
Não podemos aceitar que as tentativas de manutenção desse sistema sejam feitas à custa de nós mulheres. As demissões em massa, o corte de gastos públicos nas áreas sociais e a reafirmação desse modelo produtivo afeta diretamente nossas vidas à medida que aumenta o trabalho de reprodução e de sustentabilidade da vida.
Para impor seu domínio no mundo, o sistema recorre à militarização e ao armamentismo; inventa confrontações genocidas que fazem das mulheres botim de guerra e sujeitam seus corpos à violência sexual como arma de guerra contra as mulheres no conflito armado. Expulsa populações e as obriga a viver como refugiadas políticas; deixa na impunidade a violência contra as mulheres, o feminicídio e outros crimes contra a humanidade, que se sucedem cotidianamente nos contextos de conflitos armados.
Nós feministas propomos transformações profundas e radicais das relações entre os seres humanos e com a natureza, o fim da lesbofobia, do patriarcado heteronormativo e racista. Exigimos o fim do controle sobre nossos corpos e sexualidade. Reivindicamos o direito a decidir com liberdade sobre nossas vidas e territórios que habitamos. Queremos que a reprodução da sociedade não se faça a partir da superexploraçã o das mulheres.
No encontro das nossas forças, nós nos solidarizamos com as mulheres das regiões de conflitos armados e de guerra. Juntamos nossas vozes às das companheiras do Haiti e rechaçamos a violência praticada pelas forças militares de ocupação. Nossa solidariedade às colombianas, congolesas e tantas outras que resistem cotidianamente à violência de grupos militares e das milícias envolvidas nos conflitos em seus países. Nossa solidariedade com as iraquianas que enfrentam a violência da ocupação militar norte-americana. Nesse momento em especial nós nos solidarizamos com as mulheres palestinas que estão na Faixa de Gaza, sob ataque militar de Israel. E nos somamos a todas que lutam pelo fim da guerra no Oriente Médio.
Na paz e na guerra nos solidarizamos às mulheres vitimas de violência patriarcal e racista contra mulheres negras e jovens.
De igual maneira, manifestamos nosso apoio e solidariedade a cada uma das companheiras que estão em lutas de resistência contra as barragens, as madereiras, mineradoras e os megaprojetos na Amazônia e outras partes do mundo, e que estão sendo perseguidas por sua oposição legítima à exploração. Nós somamos às lutas pelo direito à água. Nós nos solidarizamos a todas as mulheres criminalizadas pela prática do aborto ou por defenderem este direito. Nós reforçamos nosso compromisso e convergimos nossas ações para resistir à ofensiva fundamentalista e conservadora, e garantir que todas as mulheres que precisem tenham direito ao aborto legal e seguro.
Nos somamos às lutas por acessibilidade para as mulheres com deficiência e pelo direito de ir e vir e permanecer das mulheres migrantes.
Por nós e por todas estas, seguiremos comprometidas com a construção do movimento feminista como uma força política contra-hegemô nica e um instrumento das mulheres para alcançar a transformação de suas vidas e de nossas sociedades, apoiando e fortalecendo a auto-organizaçã o das mulheres , o diálogo e articulação das lutas dos movimentos sociais.
Estaremos todas, em todo o mundo, no próximo 8 de março e na Semana de Ação Global 2010, confrontando o sistema patriarcal e capitalista que nos oprime e explora. Nas ruas e em nossas casas, nas florestas e nos campos, no prosseguir de nossas lutas e no cotidiano de nossas vidas, manteremos nossa rebeldia e mobilização





