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quarta-feira, 8 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Universidade Fora do Armário discute diversidade sexual nas universidades de Salvador - BA
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De 08 a 11 de setembro, ocorre na Universidade Federal da Bahia – UFBA, o 4º Universidade Fora do Armário - UFA! Com o tema Academia e Militância: Construindo políticas LGBT na Universidade, o seminário debaterá os rumos necessários para a construção de políticas LGBT na Universidade, dialogando com diversos atores do movimento social, bem como das esferas públicas e privadas.
O seminário contará com a presença de militantes do movimento LGBT brasileiro, como o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros - ABGLT, Toni Reis, que participará da mesa de abertura, programada para a quarta-feira (08), às 17h, na Faculdade de Educação da UFBA. Também participam do evento, Rafaelly Wiest, do Grupo Dignidade do Paraná; Vitor de Wolf, membro do GT LGBT do MEC; e Ridina Mota, primeira Diretora LGBT da UNE.
Este ano, o seminário é realizado pelo Coletivo Universitário de Diversidade Sexual (KIU!) em parceria com a Associação Beco das Cores e o Diretório Central de Estudantes da UFBA (Gestão Primavera nos Dentes). A frente da primeira diretoria LGBT do DCE da UFBA, Rafael Pedral, destaca a pioneirismo das ações do Coletivo KIU! “Este 4º Universidade Fora do Armário, assim como a diretoria LGBT do DCE, em sua primeira gestão, são um marco no movimento LGBT de dentro e fora da universidade”, ressalta Pedral.
O 4º UFA! discute nas universidades baianas sobre a necessidade de se aliar a pesquisa acadêmica e militância LGBT no combate as variadas formas de violência homofóbica dentro e fora do sistema educacional. “Acreditamos no ambiente universitário como um espaço fundamental de desconstrução de paradigmas e ressignificações de conceitos e práticas, visando construir uma universidade, bem como uma sociedade, onde a livre expressão da afetividade humana, bem como a sua diversidade, seja um valor preservado e cultivado entre todas e todos”, defende o ativista do Coletivo KIU! e estudante de Gênero e Diversidade da UFBA, Vínicius Alves.
Para pedagoga e militante da Associação Beco das Cores, Taisa Ferreira, "o papel da educação é essencial no combate a todas as formas de opressão. É necessário o desenvolvimento de ações que promovam a construção de uma sociedade justa e equânime e que garantam os direitos humanos".
Neste ano, a quarta edição do seminário, traz a proposta de ampliar e interiorizar ainda mais as unidades onde acontecem os debates do UFA! De 30 de agosto a 03 de setembro, ocorreu o UFA! No Interior, onde o seminário percorreu universidades do interior do estado debatendo a diversidade sexual nos campus da UNEB de Teixeira e Itaberaba e na UESC. Em Salvador, além da UFBA, ainda acontecerão atividades na UNIJORGE.
As atividades que acontecem no período anterior a “Parada Gay da Bahia”, programada para o dia 12 de setembro, se unem a diversas iniciativas nacionais. Na quinta-feira, às 14h, ocorrerá na Faculdade Comunicação da UFBA o Lançamento do Manual de Comunicação da ABGLT, um guia para a comunicação sobre como se deve tratar às pautas LGBT na mídia, com vista ao respeito dos direitos humanos.
Parada da UFBA - Na sexta-feira, dia 10 de setembro, a UFBA vai tremer sobre as vozes de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e aliados universitários gritando não a homofobia na I Parada pela Diversidade Sexual da UFBA. O evento faz parte da programação do IV Universidade Fora do Armário (UFA!) e tem por objetivo marcar um momento de protesto durante o seminário.
A concentração para a I Parada acontecerá na Escola Politécnica da UFBA, a partir das 14h, depois seguirá pelas ruas da Federação, descerá por Arquitetura, passará pelo Instituto de Física, Química, descerá para o PAF I, passará por Biologia, FACOM, Letras, terminando no PAFIII com o lançamento da campanha TEM MULHERES NA PARADA! - Pela Abolição da Violência Contra a Mulher Homoafetiva.
A programação segue em anexo.
Mais informações: http://www.quartoufa.blogspot.com/
Assessoria de Comunicação
71 9926-7681
71 8186-7346
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sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Curso para Multiplicador@s das Oficinas Gênero na Educação - SC
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Cartilha chama atenção para casos de violência contra mulheres
Por Karol Assunção *
Baseado nos resultados da pesquisa “Prevenindo a violência com meninas, meninos, adolescentes e jovens em Ciudad Sandino e Malpaisillo” – realizada entre novembro de 2009 e abril deste ano -, o suplemento tem o objetivo de incentivar a população a refletir sobre a violência e buscar formas de erradicá-la.
“É muito importante que todas e todos possamos reconhecer que todo tipo de maltrato é violência e que produz enormes danos ao desenvolvimento das pessoas e de toda a sociedade. O autoritarismo e a violência reprimem o direito e a capacidade de pensar e atuar das pessoas. Precisa erradicá-los de nós mesmos/as e da sociedade inteira”, comenta.
Na cartilha, a Fundação destaca o aumento de casos de feminicídios no país. De acordo com o suplemento, cinco de cada dez mulheres casadas na Nicarágua afirmaram já ter sofrido abuso verbal ou psicológico por parte de seu marido ou antigo companheiro. Além disso, três de cada dez comentaram que sofreram violência física e uma de cada dez já foi vítima de violência sexual.
A cartilha informa que, a cada dez casos registrados na polícia como violência intrafamiliar, nove aconteceram contra mulheres. “Em meninas e meninos menores de 10 anos que foram vítimas de violência intrafamiliar, as quantidades são parecidas, no entanto, o risco das meninas sofrerem violência aumenta à medida que vão crescendo”, acrescenta.
Prova disso é o que revela o suplemento com base em dados de 2005. De acordo com o texto, naquele ano, para cada menino entre 11 e 15 anos vítima de violência intrafamiliar, três meninas haviam sofrido o mesmo tipo de agressão. Entre 16 e 20 anos, sete meninas foram agredidas enquanto somente um rapaz passou pela mesma situação. E, para cada jovem entre 21 e 25 anos, 14 mulheres de idade semelhante sofreram violência.
“Existe um clima de violência generalizada. Destaca-se a violência contra as mulheres e é comum o assédio e a violação sexual. As mulheres jovens são as mais agredidas quando andam pela rua, e mais ainda quando não andam com um homem. Isto limita sua liberdade de movimento e desenvolvimento, pois se faz mais difícil sair para estudar, entreter-se ou participar de outras atividades sociais fora de casa”, constata.
De acordo com a cartilha, o machismo e o poder desigual que a sociedade dá aos adultos sobre as crianças ainda faz com que muitas pessoas utilizem a violência, pois acreditam que a mulher ou a criança (em relação aos pais) são “propriedades” deles. Para a cartilha, é importante que as pessoas reflitam sobre a questão de gênero, violência e sexualidade para, assim, saber reconhecer os diferentes tipos e consequências da violência e tentar combatê-la.
Para ler a cartilha, acesse: http://208.115.35.184/Podemos_vivir_sin_violencia.pdf
* Jornalista da Adital
Intercambio Tecnológico Feminista, no Uruguai
sábado, 28 de agosto de 2010
Seminario Virtual “El racismo y sus articulaciones de género, clase y sexualidad en la poscolonialidad latinoamericana y caribeña”
20 de septiembre al 12 de noviembre, 2010
La nueva formación académica de la Red Interamericana de Formación en Mujeres, Géneros y Desarrollo con Equidad (RIF-GED) de la Organización Universitaria Interamericana/Colegio de las Américas (OUI/COLAM), Montreal, Canadá, forma parte del acuerdo de colaboración establecido con el Grupo Latinoamericano de Estudio, Formación, Acción Feminista (GLEFAS). A partir del convenio este seminario sobre Género, racismo y poscolonialidad pasa a formar parte de nuestro programa de capacitación.
Con el ofrecimiento del presente curso se busca fortalecer la formación en el campo de los estudios de Género, Feministas, y pos- coloniales, a través de una perspectiva interamericana e interdisciplinaria, de igual manera se intenta dar una mirada general al fenómeno del racismo en las sociedades latinoamericanas de hoy a partir de una revisión de los fundamentos que sustentan y han promovido una ideología racista dominante en la configuración misma de Latinoamérica como región en proceso de construirse a sí misma dentro del ideal moderno euronorcéntrico.
Descripción
El curso intenta dar una mirada general al fenómeno del racismo y la colonialidad de género en las sociedades latinoamericanas contemporáneas. Se hará una revisión de los fundamentos racistas que sustentan a las sociedades latinoamericanas evidenciando los procesos de conformación de los estados nacionales latinoamericanos dentro del ideal moderno euronorcéntrico. A su vez, el curso intenta revelar la forma en cómo el racismo y los diversos sistemas de poder operan al interior de las mismas prácticas emancipadoras y como éstas se basan en concepciones occidentales; se examinará la lucha llevada a cabo por los movimientos antiracistas, feministas e identitarios haciendo énfasis en su evolución histórica y explicitando cómo estos movimientos se insertan, cuestionando con mayor o menor eficacia los límites de las categorías universales del sujeto de la modernidad.
En general, se intenta armar un espacio para la reflexión feminista acerca de la manera en que categorías como clase, etnia, raza, género y sexualidad se interrelacionan en la constitución del entramado de poder que construye y oprime los cuerpos feminizados volviendo compleja y múltiple la experiencia de subordinación de “las mujeres”.
Proponemos trabajar el racismo como fenómeno social en su interrelación con otras variables de subordinación de las mujeres porque:
- Nos preocupa que la lucha antirracista y de los pueblos originarios del continente siga estando ausente en la teoría y la práctica feminista hegemónica.
- Se hace urgente identificar las nuevas formas del racismo inherentes al patriarcado capitalista homofóbico en su etapa neoliberal en los contextos latinoamericanos.
- El auge de las migraciones y concomitantemente de la derecha, los fundamentalismos religiosos y los nacionalismos, reactualizan el racismo como ideología dominante en la concepción del Estado y del derecho a la ciudadanía.
- Se hace necesario repensar las consecuencias del cuestionamiento actual de las políticas de identidad y asumir los retos y desafíos que tiene por delante el feminismo como movimiento social.
- Es imprescindible contar con herramientas teóricas y estrategias políticas que den cuenta de la articulación de género, raza, clase, y sexualidad.
OBJETIVOS DEL CURSO
Analizar desde una perspectiva historiográfica la instalación del racismo en la conformación de las sociedades latinoamericanas y sus efectos en la vida de las mujeres. Desarrollar un corpus teórico conceptual que contribuya a la elaboración de herramientas de análisis a través de las cuales proponer explicaciones más adecuadas a los procesos de subordinación de las mujeres latinoamericanas y caribeñas en el contexto actual. Contribuir a la elaboración de estrategias para la práctica política feminista que considere la interrelación entre los diferentes sistemas de opresión que atraviesan a las mujeres latinoamericanas y caribeñas.
DOCENTES
Breny Mendoza, Phd, Universidad Estatal del California/GLEFAS
Yuderkys Espinosa Miñoso, IIEGE- Universidad de Buenos Aires/GLEFAS
Ochy Curiel, MD, Universidad Nacional de Colombia/GLEFAS
¿A QUIEN ESTA DIRIGIDO?
A activistas y académicas de los movimientos feministas, antirracistas, marxista y socio-sexuales; a profesionales interesados de las ciencias sociales y humanísticas; a docentes y profesionales vinculadas/os a programas formativos y de ejecución de políticas públicas dirigidos a las mujeres.
COSTO DE LA FORMACION:
El curso tiene un costo de 200 US$ (reducción de 15% US$ x módulo, para personas vinculadas con instituciones miembro de la OUI).
FECHA
Del 20 septiembre al 12 de noviembre-2010
DURACION Y DEDICACIÓN
El curso está organizado en torno a cinco unidades temáticas con una duración promedio de 15 horas cada una para realizar las lecturas, actividades de aprendizaje y evaluación. En total tiene una duración de 60 horas, desarrolladas en 8 semanas.
MODALIDAD Y METODOLOGIA
El presente curso será ofrecido en línea, o sea, en modalidad virtual, en la Plataforma moodle. Las sesiones se desarrollaran a través de la plataforma virtual de la RIF-GED del COLAM.
El curso consta de 5 módulos de una duración de 10 a 15 días cada uno, tiempo durante el cual las y los estudiantes deberán hacer las lecturas obligatorias y desarrollar las actividades que se le indiquen para evaluar su nivel de avance en el manejo de los temas abordados. Las y los estudiantes deberán desarrollar actividades de diferente índole desde análisis de películas, elaboración de ensayos cortos, reportes de lectura, trabajos de investigación en grupo, participación en foros y chat colectivos. Al finalizar se exigirá la entrega de un trabajo final. Tanto la participación en las actividades colectivas, el cumplimiento de las tareas individuales asignadas, así como la entrega del trabajo final serán evaluados y formarán parte de la calificación final obtenida por cada participante.
COORDINACION ACADEMICA.
Yuderkys Espinosa Miñoso, Directora de GLEFAS adscrita al instituto de estudios de Género, de la faculta de filosofía y letras de la O Departamento de Filosofía, Universidad de Buenos Aires.
REQUISITOS
El seminario requiere que lxs participantes traigan cierto manejo de lecturas y de introducción previa a las temáticas a trabajar; recomendable poseer un grado terciario, universitario a nivel de licenciatura, o similar, o estar en proceso de su obtención. Igualmente se requiere conocer el uso de computadora como herramienta de trabajo y manejo de programas de navegación en Internet, procesadores de texto, utilización de correo electrónico. Manejo del idioma español (lectura y escritura).
CERTIFICACION ACADEMICA
Las/los participantes que completen todas las exigencias del Curso recibirán una certificado de participación, en la cual se especifica el número de horas totales del curso. Dicho documento será emitido por la Organización Universitaria Interamericana y el GLEFAS.
INSCRIPCION
Las personas interesadas deberán completar, antes del 31 de agosto de 2010, el formulario de inscripción en línea disponible en la página web:
PARA MAYOR INFORMACION
Secretaría General Ejecutiva de la OUI: cursoscolam@oui-iohe.org y/o Área de formación del GLEFAS: formacion@glefas.org
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Grupo Latinoamericano Estudio, Formación y Acción Feminista (GLEFAS)
Tel. (54 11) 3532-4180
Av. Independencia 2105 9no 64, CP1225 Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina
Grupo Latinoamericano Estudio, Formación y Acción Feminista (GLEFAS)
Tel. (54 11) 3532-4180
Av. Independencia 2105 9no 64, CP1225 Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Curso "Trilhas feministas na gestão pública": inscrições abertas
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