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terça-feira, 22 de junho de 2010

Convite construção de eventos gay e feminista - BA

A Uneb, através do seu Sistema de Bibliotecas e do NUGSEX/DIADORIM, convida a comunidade acadêmica, os movimentos sociais e as entidades parceiras, para uma roda de conversa, no dia 30/6, às 9h, na sala do Diadorim, Proex, sobre  a “Campanha de 16 dias de ativismo na Uneb pelo fim da violência contra as mulheres", realizada na capital e no interior do Estado e sobre a "Parada Gay",  realizada em Salvador.
Para além de apresentar um breve histórico desses projetos, que  vêm sendo desenvolvidos na nossa universidade com o propósito de promover ações de leitura, intervenção social, de natureza interdisciplinar,  voltadas para o enfrentamento a violência contra as mulheres e pessoas LGBTT, nossa expectativa  é o enlace de pensamentos e movimentos sociais comprometidos com o propósito de promover o debate em torno das múltiplas faces da violência contra as mulheres e pessoas LGBTT como uma violação dos direitos humanos.  
A partir desses enlaces e da tessitura colaborativa e participativa de novas ações, que damos início à construção da edição 2010 dos projetos citados. Para tanto, a sua presença e participação são fundamentais.
Segue a pauta da roda de conversa:

1- informes;
2- Apresentação dos projetos;
3- Encaminhamentos;
4- O que ocorrer.

Local: Pró-Reitoria de Extensão, Avenida Jorge Amado, Imbui.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

ONU e sociedade civil lançam amanhã (18/6) filme “Fragmentos” durante o Congresso Brasileiro de Prevenção às DST/Aids

Ato acontecerá amanhã (18/6), em Brasília, no estande conjunto das Nações Unidas. No final da tarde, UnB lança nova edição da  revista Tempus – Actas de Saúde Coletiva, que tem artigo assinado por especialistas das Nações Unidas
Brasília (Brasil) - Afirmação de identidades, histórias de discriminação e superação de preconceitos. Esses são os ingredientes do filme “Fragmentos”, que reúne relatos de homens e mulheres negras, gays, lésbicas, pessoas vivendo com HIV, profissionais do sexo, refugiados, transexuais e travestis, registrados durante a gravação dos vídeos da campanha “Igual a Você”.
O ato de lançamento do filme “Fragmentos” acontecerá amanhã (18/6), das 13h às 14h, no estande conjunto das Nações Unidas, no Congresso Brasileiro de Prevenção às DST/Aids, em Brasília. Estarão presentes o coordenador do UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids), Pedro Chequer, o especialista em HIV/Aids do UNIFEM Brasil e Cone Sul (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher), Cleiton Lima, representantes das Nações Unidas e das organizações da sociedade civil participantes da campanha: ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), AMNB (Associação Brasileira de Mulheres Negras Brasileiras), ANTRA (Articulação Nacional de Travestis, Transexuais e Transgêneros), Movimento Brasileiro de Pessoas Vivendo com HIV/Aids e Rede Brasileira de Prostitutas. Durante o ato, serão distribuídos gratuitamente DVDs do filme “Fragmentos” e da campanha “Igual a Você”.

Feminização do HIV/aids
Para Cleiton Lima, o evento estimula o debate para novas estratégias de prevenção e combate ao HIV/aids no Brasil. “Há um crescimento da epidemia entre mulheres, especialmente entre jovens,  e o Congresso coloca em discussão a urgência de novas estratégias para prevenir e reduzir as infecções entre as mulheres brasileiras”. Segundo o especialista em HIV/AIDS do UNIFEM Brasil e Cone Sul, “a programação reflete a diversidade das mulheres, o que é fundamental na definição de ações de impacto. Temos painéis específicos sobre a realidade de mulheres negras, mulheres em situação de prisão, lésbicas, bissexuais, transgêneros, mulheres migrantes e tráfico de mulheres”.

Também na sexta-feira (18/6), no estande da ONU (Organização das Nações Unidas), será lançado o novo número da revista Tempus – Actas de Saúde Coletiva (Ano IV, número 2), editada pelo Núcleo de Estudos em Saúde Pública da Universidade de Brasília. Especialistas das Nações Unidas no Brasil assinam o artigo “O Plano Integrado da ONu em Apoio à resposta à Aids no Amazonas e na Bahia: uma experiência interprogramática e intersetorial de cooperação técnica”, que documenta as ações desenvolvidas pela ONU e parceiros no Alto Solimões e nas microrregiões de Juazeiro e Vitória da Conquista na área de prevenção do HIV/aids. 

“O artigo é uma construção conjunta das agências sobre a experiência do Sistema ONU e parceiros no Amazonas e na Bahia. Nossa contribuição tem sido no sentido de realizar atividades em favor das mulheres para a promoção dos direitos sexuais e reprodutivos com foco em HIV/aids e ações de prevenção de violência”, explica Cleiton Lima, especialista do UNIFEM Brasil e Cone Sul. Após o seu lançamento, a publicação será distribuída no local.

Viver direitos – acesso, equidade e cidadania
Com o tema Viver direitos – acesso, equidade e cidadania, o VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e o I Congresso Brasileiro de Prevenção das Hepatites Virais acontecem até o próximo sábado (19/6). Nos dois encontros, cerca de 5 mil pessoas, entre profissionais de saúde, educação e integrantes da sociedade civil, pessoas vivendo com HIV/aids e pesquisadores da área, têm a oportunidade de debater os caminhos traçados para o acesso universal e equitativo à prevenção. Os eventos estão sendo transmitidos pela internet através do site www.aids.gov.br/mediacenter


VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e do I Congresso Brasileiro de Prevenção das Hepatites Virais

Lançamento do filme "Fragmentos", com distribuição de DVDs do filme e da campanha "Igual a Você"
Data: 18 de junho de 2010
Horário: das 13h às 14h
Local: Estande Conjunto da ONU - Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Brasília/DF

Lançamento da revista Tempus – Actas de Saúde Coletiva (Ano IV, número 2), editada pelo Núcleo de Estudos em Saúde Pública da Universidade de Brasília
Data: 18 de junho de 2010
Horário: 18h
Local: Estande Conjunto da ONU - Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Brasília/DF

 
Isabel Clavelin e Mara Silva
Assessoria de Comunicação
UNIFEM Brasil e Cone Sul
(61)3038.9287 / 8175.6315
 
 
UNIFEM Brasil e Cone Sul 
 

domingo, 23 de maio de 2010

Viígilia pelo fim da violência contra as mulheres - BA


XXXIII VIGILIA FEMINISTA
PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES
25 DE MAIO 2010
Lembrando o dia 28 de Maio
Dia Nacional de Luta pela Saúde da Mulher e
Redução da Mortalidade Materna
Você sabe de que se trata?
Neste dia lembramos esta tragédia silenciosa que é a morte diária de mulheres por causas maternas, isto é, ocorridas durante a gravidez, o parto ou pós-parto, causas consideradas evitáveis. As mortes maternas representam uma violência contra as mulheres e uma grave violação dos seus direitos humanos e nos colocam um enorme desafio para alcançarmos aquilo que está assegurado na nossa Constituição – o direito à saúde e o dever do Estado em garanti-lo.
Como é a situação em Salvador?
Salvador faz parte das regiões de alta mortalidade materna no mundo, com taxas muito maiores do que aquelas aceitas pela Organização Mundial de Saúde, Algumas áreas da cidade, como o Subúrbio Ferroviário e Cabula Beiru, têm taxas de mortalidade materna alarmantes.
Quais as causas das mortes maternas?
Estas mortes são o retrato da exclusão social de uma parte importante da população feminina – morrem as mulheres mais pobres, mais jovens, de menor  escolarização  e menor renda, usuárias do SUS. As mulheres negras morrem em média 3 vezes mais que as brancas. 
O aborto realizado em condições inseguras permanece como a principal causa das mortes maternas em Salvador. Como é crime no Brasil, as mulheres o fazem  na clandestinidade, mas são aquelas mais pobres que recorrem a procedimentos inseguros à saúde e morrem por suas complicações . Mas há também outras causas evitáveis – pressão alta na gravidez, hemorragia ou infecção após o parto ou  doenças que as mulheres já tinham e que pioraram com a gestação, em grande parte por falta de atenção adequada à saúde.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Universidades federais abrem inscrições para formar 6.700 pessoas em gestão de políticas públicas em gênero e raça

Curso gratuito será ministrado em 18 universidades federais das cinco regiões do País e atenderá pessoas de nível médio e superior. Inscrições já estão abertas na universidade do Pará



Brasília (Brasil) - Formar 6.700 gestores e gestoras para a condução das políticas públicas de gênero e raça. Esse é um dos objetivos do curso gratuito de formação em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça que será desenvolvido por 18 universidades federais das cinco regiões do País (lista completa abaixo), para pessoas de nível médio e superior. A iniciativa é resultado da parceria entre Ministério da Educação, Secretaria de Políticas para as Mulheres, Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher - UNIFEM Brasil e Cone Sul, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA e Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – CLAM/UERJ.

O público-alvo é formado por servidoras e servidores dos três níveis da administração pública, integrantes dos Conselhos de Direitos da Mulher, dos Fóruns Intergovernamentais de Promoção da Igualdade Racial, dos Conselhos de Educação, gestores e gestoras das áreas de educação, saúde, trabalho, segurança e planejamento e dirigentes de organismos não governamentais ligados à temática de gênero e da igualdade etnicorracial.

O curso utiliza a plataforma da Universidade Aberta do Brasil, composto por um sistema integrado de universidades públicas através da metodologia da educação a distância com uso de ferramentas de aprendizagem e conteúdo ministrados pela internet. Estão programados de dois a três encontros presenciais.

A formação em gestão de políticas de gênero e raça é uma oportunidade para instrumentalizar gestores, interessados a ingressar na carreira de administração pública ou lideranças de ONGs para intervenção no processo de concepção, elaboração, implementação, monitoramento e avaliação dos programas e ações de forma a assegurar a transversalidade e a intersetorialidade de gênero e raça nas políticas públicas.

Formas de participação e conteúdo
São duas as modalidades de participação: Aperfeiçoamento, com carga horária total de 300 horas, para profissionais de nível médio; e de Especialização, com carga total de 380 horas, para profissionais de nível superior. Para a modalidade Especialização, ao final do curso, deverá ser apresentado um trabalho de conclusão de curso (TCC).

Os conteúdos estão divididos em seis módulos: Políticas Públicas e Promoção da Igualdade, Políticas Públicas e Gênero, Políticas Públicas e Raça, Estado e Sociedade e Gestão Pública. A coordenação e a definição de conteúdos são compartilhadas por pesquisadores e pesquisadoras de gênero e raça, entre os quais estão ativistas de mulheres, feministas e movimentos negro e de mulheres negras. Clique aqui para ver o programa completo do curso

Inscrições abertas no Pará
As universidades federais de Minas Gerais e do Pará são as duas primeiras instituições a abrirem as inscrições. Na UFMG, foram disponibilizadas 500 vagas e o período de inscrições já se encerrou. A Universidade Federal do Pará recebe, até o dia 31 de maio, inscrições para as 300 vagas disponibilizadas para o curso. Conforme a coordenadora do curso na UFPA, Mônica Conrado, já foram preenchidas 200 vagas. Informações sobre dados e formulários de inscrição devem ser solicitados para a professora Mônica Conrado pelo e-mail mpconrado@uol.com.br

Segundo as instituições organizadoras do curso, a expectativa é que durante o mês de junho as demais 16 universidades anunciem a abertura das inscrições. As universidades ofertam de 120 a 700 vagas, a depender do tamanho da turma definida pela coordenação do curso.

Confira: