Seguidores

.

.

Pesquisa personalizada
Calendário Feminista

24 de fevereiro – Dia da conquista do voto feminino no Brasil
8 de março – Dia Internacional da Mulher
30 de abril – Dia Nacional da Mulher
28 de maio – Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Morte Materna
25 de julho – Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha
29 de agosto – Dia da Visibilidade Lésbica no Brasil
23 de setembro – Dia Internacional contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças
28 de setembro – Dia pela Descriminalização do aborto na América e Caribe
10 de outubro – Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher
25 de outubro – Dia Internacional contra a Exploração da Mulher
25 de novembro – Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher
6 de dezembro – Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Fórum Social Mundial Temático - BA

Tolerância, Diversidade e Crise Civilizatória — 29 a 31 de janeiro 2010


FSMT BAHIA – ATIVIDADES GERAIS (12 MESAS)
29/01/2010 – sexta-feira
Testemunhos da Luta Indígena
Marcelo Weré Djekupé (Associação Guarani e Tupiniquim (ES), Guarany (SC), Mariza Tamikuan Ará (RJ), Anísio Guató (MG), Carlos Tukano (AM), Tupinambás (BA), Pataxós (BA), FUNAI.
 
Desaparecidos Políticos
Soledad Pereda de Berdini (Madres de Plaza de Mayo-ARG), Ângela Barili de Tasca (ARG), Diva Santana (Tortura Nunca Mais-BA), Janaína Teles (SP), Paulo Vanucchi (BSB).
 
A Esquerda Hoje e a Contribuição dos Pensadores da América Latina e África
Emir Sader (RJ), Samir Amin (Egito), Jose Luiz Del Roio (ITA), Michael Lowy (FRA), Carlos Nelson Coutinho (RJ), Franklin Oliveira Jr. (BA), José Reinaldo de Carvalho (SP), Virginia Fontes (SP), Marly Vianna (SP).
 
Racismo e Institucionalidade
Helio Santos (RJ), Muniz Sodré (RJ), Sueli Carneiro (SP), Diana Senghor (Senegal), Edson Santos (BSB), Ana Lucia Pereira (TO), Zezéu Ribeiro (BA), Paulo Paim (RS), Luiza Bairros (BA), Olivia Santana (Vereadora de Salvador), Luiz Alberto (BA), Edvaldo Brito (Vice-Prefeito de Salvador).
 
Etnocentrismo e Eurocentrismo
Samuel Vida (BA), Nildo Ouriques (SC), Arturo Chavolla (Mex.), Wilson Santos (BA), Kwame Anthony Appiah (Princeton University Department of Philosophy).
 
30/01/2010
Militarização das Periferias Urbanas, Ameaça à Democracia
Raul Zibechi (URU), Miguel Urbano (POR), Marcelo Lopes de Souza (RJ), Ana Felice Hurtado Guerrero (COL), Mauricio Campos (Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Violência – RJ), PRONASCI (BA), Carla Akotirene (BA), Hamilton Borges (Reaja ou será morto-BA), Tarso Genro (BSB).
 
Educação e Desenvolvimento.
Moacir Gadotti (SP), Fernando Haddad (BSB), Lourisvaldo Valentim (UNEB), Naomar Alcântara (UFBA), Hermínia Maricato (SP), Maria Aparecida Perez (BSB), Jose Carlos (UCSAL), Osvaldo Barreto (SEC-BA), David Harvey (EUA), Madalena Guasco (UNICAMP-CONTEE), Marinalva Nunez (ACEB), Antonio Câmara (UFBA).
 
Mulher, Crise Econômica e Emancipação
Alice Portugal (BA), Heloísa Helena (Al), Nilcéa Freire (BSB), Lilian Celiberti (Uru), Gina Vargas (Peru), Analu Faria (Marcha Mundial das Mulheres), Luizlinda Valois, Edeltrudes Pires Neves (Cabo Verde), Olivia Santana (Vereadora de Salvador), Maria Ângela Manjante (FRELIMO-Moçambique), Marta Rodrigues (Vereadora de Salvador, Deise Bernadete (Fala Preto-SP), Lavínia Moura (ex-DIEESE), Terezinha Gonçalves (NEIM), Lídice da Mata (BA).
 
Fobias, Intolerância e Lógica Igualitária
Hedimo Santana (AUS), James Green (EUA), Carlos Tufivson (RJ), Barba Grandner (SP), Miriam Murtinho (RJ), Negra Cris (BA), Jan Willis(BA), Palavra de Mulher (BA), Luis Mott (BA), Bagagery Spielberg (BA), Dion (BA).

Descolonização do Pensamento na América Latina e África Epsy Campel Barr (Presidente da Associação Parlamento Negro-Costa Rica), Kabengelê Munanga (SP), Taufic Bem Abdallah (Membro do Comitê Africano e do Conselho Internacional do FSM), Fatou Sarr (Univ. Chakh Anta Diop-Senegal), CMP, Samuel Vida (BA), Tainah Pereira (BA), Vanderlino (BA), Mediane Djallo(RJ).
 
Reforma Agrária, Agricultura Familiar e Soberania Alimentar
José Bové (FRA), João Pedro Stédile (MST), Alberto Brosh (BSB), Rafael Alegria (Honduras), Blanca Chancoso (Equa), Guilherme Cassel (BSB), Francisco Menezes (RJ), FETAG (BA).
 
Governança, Paz Mundial e Solidariedade Internacional
Athanassis Panfilis (Grécia), Walden Bello (Filipinas), Rui Namorado (presidente do Conselho Português pela Paz), Socorro Gomes (CEBRAPAZ), Samuel Pinheiro Guimarães (BSB), Piedade Córdoba (ARG), Carlos Lopes (Cabo Verde), Prabir Purkayastha (Índia), Immanuel Wallerstein (EUA).
 
MESAS DO GRUPO CRISE & OPORTUNIDADES
29/1
Sul-Sul como alternativa
Palestrantes: Jorge Bernstein (ARG), Julio Lopez Gallardo (MEX), Neide Patarra (BRA), Samir Amin (Egito). Debatedor: Carlos Lopes (Cabo Verde). Moderador: José Celso (IPEA).
 
Mídia e democracia
Palestrantes: Venicio de Lima (BSB), Roberto Sávio (ITA), Bernard Cassen (FRA), Inácio Ramonet (FRA), La Jornada (MEX), La República (URU), Renato Rovai (SP), Duarte Pereira (SP), Vera Chaia (SP), Jose Arbex (SP), Franklin Martins (BSB), Mauro Santayana (BSB), Luis Nassif (SP), Jacira Silva (BSB).
 
Crise e trabalho
Palestrante: Marcio Pochmann (BSB), Victor Baez (Parag.), Juan Somavia (OIT-Suiça), Artur Henrique Santos (SP), Paulo Pereira da Silva (SP), Ricardo Patah (SP), Wagner Gomes (SP), Juruna (SP), Nilton Vasconcelos (BA).
 
30/1
Convergência das crises
Palestrantes: Peter Wahl, Alfredo Manevy, Roberto Espinoza, Hazel Henderson (Teleconferência). Debatedor e Moderador: Jose Eli da Veiga.
 
Governo e expectativa popular
Palestrantes: Edmilson Rodrigues (PA), Boaventura dos Santos (POR), Bangumzi Sifingo (África do Sul), Jose Miguel (Cuba), Alvaro Coronel (URU).
Soberania energética e mudanças climáticas pós-Copenhagen
Palestrantes: Pablo Sólon (BOL), João Paulo Candia Veiga (SP), Juliana Malerba (RJ), Jose Sergio Gabrielli (BA), Rubens Born (SP), Pablo Bustillos (ARG), Nicola Boulard (Tailândia), Carlon Minc (BSB), Wangari Mathaai (Quênia) e Haroldo Lima (BA).
 
31/01
Agenda estratégica de governança
Palestrantes: Ricardo Abramovay (SP), Susan George (EUA), Yash Tandom (Uganda), Paul Singer (SP). Debatedor: Ladislau Dowbor (SP). Moderador: Caio Magri.
 
• Alguns dos nomes anotados deverão ser confirmados até o próximo dia 30.12.2009. Lembramos que a distribuições dos locais dos eventos, horários das atividades, e a programação geral do FSM Bahia, serão divulgados no dia 18/01/2010.
• As inscrições para participar do Fórum Social Mundial Temático Bahia, encerram no dia 15/01/2010. Inscreva-se www.fsmbahia.com.br.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Após batalha judicial, Argentina celebra primeiro casamento gay da América Latina

da Folha Online

Após uma longa batalha judicial, Alex Freyre e José María Di Bello se casaram nesta segunda-feira em um cartório civil da cidade de Usuahia, 3.500 km ao sul de Buenos Aires, no primeiro casamento de homossexuais na Argentina e na América Latina, confirmou o casal à imprensa.

"Hoje nos casamos em Usuahia", revelou Freyre por telefone ao canal Todo Notícias de Buenos Aires.

Freyre e Di Bello haviam tentado se casar no dia 1º de dezembro passado, o Dia Internacional de Luta contra a Aids, pois os dois ativistas são também portadores de HIV, após obter uma autorização judicial para o matrimônio. Quando tudo estava preparado em um cartório civil de Buenos Aires, a Suprema Corte anulou a autorização.

O casamento pode ocorrer nesta segunda-feira graças a uma autorização especial da governadora da Província de Terra do Fogo, Fabiana Ríos, já que a lei argentina não permite o casamento de pessoas do mesmo sexo.

"Estamos muito felizes e orgulhosos", disse Di Bello. "Sabíamos que a governadora é uma pessoa que simpatiza com esta causa e estamos agradecidos", ressaltou.

Segundo Di Bello, o casamento foi organizado reservadamente para evitar "o duro momento" que o casal atravessou quando não pôde concretizar seu sonho em Buenos Aires.

"Esperamos que não haja novas objeções judiciais", destacou, ao manifestar seu desejo de que este seja o primeiro passo para que outros casais homossexuais possam se casar no país.

A disputa começou em 12 de novembro passado, quando a juíza portenha Gabriela Seijas autorizou a realização da cerimônia sob argumento de que os artigos do Código Civil do país que proíbem o casamento entre pessoas do mesmo sexo são inconstitucionais. Emblemático, o casamento foi marcado para o dia 1º de dezembro, Dia Mundial da Luta contra a Aids,

No entanto, na noite do dia 30 de novembro, véspera do casamento, a juíza federal Marta Gomez Alsina acatou recurso contra a decisão movido por dois cidadãos que não participam do processo original. Ela decidiu suspender a cerimônia temporariamente e deu prazos para que a prefeitura e o casal apresentassem seus argumentos.

Diante da disputa de competência, a Prefeitura de Buenos Aires, que havia se comprometido a não recorrer da autorização do casamento, recuou e apelou à Suprema Corte para saber qual decreto judicial seguir.

Em 2002, a Argentina se tornou o primeiro país latino a permitir uniões entre pessoas do mesmo sexo. As uniões civis em Buenos Aires e em outras três cidades argentinas garantem direitos maritais legais para casais do mesmo sexo, mas não outros como o de adoção. Um projeto de lei para o casamento gay está em debate na Câmara dos Deputados, mas está parado por falta de acordo entre os principais blocos.
 


sábado, 26 de dezembro de 2009

Aviso importante

Caras/os visitantes,


Devido a um ataque hacker, nosso site foi totalmente desconfigurado, o que me forçou a deletar o antigo quadro de seguidoras/es e as postagens anteriores a 23 de dezembro. Caso ainda deseje seguir o blog, pode inscrever-se novamente em "Seguidores".


Agradeço a compreensão de todas/os.


Forte abraço,
Zelinda

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Mães combatem "ditadura do rosa" imposta às meninas

Duas mães inglesas declararam guerra ao que chamam de "rosificação" --a onipresença da cor rosa no universo das meninas--, um fenômeno relativamente recente que vai além da cor e que, segundo elas, limita as aspirações das pequenas.
Emma e Abi Moore, duas irmãs gêmeas de 38 anos, lançaram a campanha no blog PinkStinks (Rosa é uma droga) em 2008 para desafiar a cultura do rosa baseada na beleza, em detrimento da inteligência, que é imposta às meninas praticamente desde o berço.
"Queremos abrir os olhos das pessoas para o que está se passando no marketing dirigido às crianças", explica Emma Moore, que critica duramente a tendência rósea que vai da moda até os brinquedos. "Queremos que as meninas saibam que podem ser tudo que quiserem ser, independente dos que os fabricantes queiram vender para elas."
As empresas investem 100 bilhões de libras (US$ 160 bilhões) anuais apenas no Reino Unido em publicidade para conquistar o lucrativo mercado das crianças, ávidos consumidores futuros, segundo um estudo governamental publicado na semana passada.
Basta entrar em qualquer loja de brinquedos para perceber a monocromia que reina nas seções para meninas. O rosa não é apenas a cor das bonecas e fantasias de princesa, mas também das bicicletas, telefones e até mesmo brinquedos até então unissex.
"Isso nem sempre foi assim. Nos anos 70, quando crescemos, o Lego era apenas o Lego, com todas as cores", afirma Emma. "Agora o Lego para as meninas é rosa e tudo gira em torno de cavalos alados e fadas. Isso não é natural."
Também existem versões cor de rosa do jogo de palavras Scrabble, com a palavra "fashion" (moda) formada na tampa da caixa, e do Monopoly (Banco Imobiliário), onde as casas e hotéis foram substituídos por lojas e shopping centers.
Segundo as militantes, até pelo menos a Primeira Guerra Mundial o rosa era a tonalidade dos meninos, enquanto o azul claro era considerado mais apropriado para as meninas. Para elas, a "rosificação" extrapola a cor.
Os brinquedos para as meninas reproduzem em sua maioria atividades consideradas femininas, como o cuidado de bebês, a limpeza da casa e cuidados com a beleza, o que incute nelas cada vez mais a atual "obsessão pela imagem".
"Muitos desses produtos parecem bastante inofensivos, mas se somam a essa cultura de celebridade, fama e riqueza, que está danificando as aspirações das meninas sobre o que podem ser", assinala Emma.
A campanha, que conta com milhares de seguidores no Facebook, gerou polêmica no Reino Unido, onde um jornal classificou as irmãs Moore de "feministas severas e sem senso de humor".

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u670032.shtml
Pesquisa personalizada