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Calendário Feminista

24 de fevereiro – Dia da conquista do voto feminino no Brasil
8 de março – Dia Internacional da Mulher
30 de abril – Dia Nacional da Mulher
28 de maio – Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Morte Materna
25 de julho – Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha
29 de agosto – Dia da Visibilidade Lésbica no Brasil
23 de setembro – Dia Internacional contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças
28 de setembro – Dia pela Descriminalização do aborto na América e Caribe
10 de outubro – Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher
25 de outubro – Dia Internacional contra a Exploração da Mulher
25 de novembro – Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher
6 de dezembro – Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres

sábado, 30 de janeiro de 2010

Governo vai retirar descriminalizaçã o do aborto do Programa de Direitos Humanos

da Agência Brasil 
 
O ministro Paulo Vannuchi (Direitos Humanos) reafirmou nesta sexta-feira que o governo irá alterar o texto que trata da descriminalizaçã o do aborto no 3º Programa Nacional dos Direitos Humanos. Vannuchi admitiu que errou ao incluir no texto a defesa do aborto, o que segundo ele não corresponde à opinião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Vannuchi disse que a nova versão do texto deve estar pronta em duas semanas, após reunião da Secretaria Especial de Direitos Humanos com a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
"A formulação que nós fizemos é a única que nós já anunciamos com humildade e reconhecimento de erro, que é sobretudo meu. A defesa do aborto no texto ela se assenta na autonomia das mulheres para decidir sobre seu próprio corpo. É uma formulação do movimento feminista, mas não corresponde à opinião do presidente Lula", disse ao visitar a Campus Party Brasil, em São Paulo.
O ministro ressaltou, no entanto, que a nova redação não será um ponto final na discussão sobre o tema. Segundo ele, o texto deverá ter apenas uma linha alterada em relação ao documento atual e deixará o debate em aberto.
"Para fazer a formulação que corrige, sem criar uma nova controvérsia, eu preciso fazer uma discussão com a CNBB, que tomou a iniciativa, e com quem mais queira, desde que não envolva recuar no debate sobre a questão do aborto. Em direitos humanos é preciso valorizar sempre o direito à divergência, a verdade é sempre filha do tempo", disse.
No último dia 27, o ministro afirmou que a maior polêmica do texto atual é a citação explícita da autonomia feminina sobre o próprio corpo.
"'Apoiar a descriminalizaçã o do aborto', se terminasse aí, o tema era menos polêmico, mas o que vem em seguida, 'tendo em vista a autonomia das mulheres para decidir sobre seu próprio corpo', é uma bandeira do movimento feminista. E o governo, o próprio presidente Lula, não tem essa visão. Se o presidente não tem, isso evidentemente tem que ser mudado", afirmou Vannuchi.
Ontem, em entrevista à Agência Brasil, feministas criticaram a revisão do trecho que trata do aborto e classificaram a decisão do governo de retrocesso.
 
http://tools. folha.com. br/print? site=emcimadahor a&url=http%3A% 2F%2Fwww1. folha.uol. com.br%2Ffolha% 2Fbrasil% 2Fult96u686837. shtml

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Marcha de Mulheres contra a Violência - BA

MARCHA DE MULHERES CONTRA A VIOLÊNCIA

Data: 28 de janeiro (quinta)

Concentração: Campo Grande Horário: 15 horas
As mulheres baianas contra a impunidade e em defesa da Lei Maria da Penha.
Participe! Basta de assassinatos e violência contra as mulheres!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

LGBT e mulheres baianas se organizam para ajudar o Haiti - BA

O Grupo Lgbt Omni, a AMA (associação de MUlheres Amigas de Cruz das Almas) e O Ag8 saj de Santo antonio de Jesus, tem a iniciativa, diante dos útimos relatos de falta de estrtura após a tragédia que acometeu o Haiti, com o terremoto, de recolher alimentos não pereciveis e água, além de roupas para ajudar essas vitimas a passarem por esse momento tão dificil.

É nesse momento que sentimos que a nossa capacidade humana se amplia, e podemos estender noss solidariedade as nossas irmãs e irmãos. Para que tenhamos a sensação de podermos ter feito algo.

O Haiti tem recebido muito apoio, mas ainda é insuficiente. O caos se instalou e o desastre abalou as pessoas que sairam ilesas por causa da fome e da sede. Sem contar com o odor dos mortos que estão espalhados pelas ruas, sem ter como nem onde serem enterrados.

Além da fome e da sede e da desesperança que se abateu sobre essas pessoas, ainda há o risco iminente de doenças infecto contagiosas. Por tanto, nós, que estamos infinitamente melhores e mais seguros que essas pessoas, precisamos enviar alimentos e roupas para as que estão fortes, alimentem-se melhor possam ajudar as que foram atingidas. Socializem o email. façam vocês também a sua parte!

Entrega de Alimentos:

Fármácia Cruz das Almas.
Endereço: Praça Senador Themistócles ao lado do Banco Bradesco. Cruz das Almas.Bahia
Ou aos membros do Grupo LGBT OMNI, da AMA em Cruz das Almas do AG8SAJ em Santo Antonio de Jesus. Contatos abaixo.

Estaremos recolhendo a primeira remessa até sábado, dia 30/01/2010

Pretendemos enviar até segunda-feira, dia 31/01/2010

Contatos: LYZ: (75) 9144-1419/8202- 9910
Lorivetty: (75) 9134-9698/8198- 9672
Jhuvenal Lima: (75) 8141-0101
Carmen Oliveira (75) 8143-6108

Saud@ções de agradecimentos, solidariedade e de garantia de vida!

Inscrições abertas - I Workshop Nacional sobre novas tecnologias em prevenção as DST/AIDS - BA

O Grupo Liberdade Igualdade e Cidadania Homossexual - GLICH em parceria com Departamento Nacional de DST/AIDS e Hepatites Virais e a Coordenação Estadual de DST/AIDS estará realizando entre os dias 07 a 09 de Maio de 2010 em Salvador/BA o I Workshop Nacional sobre novas tecnologias em prevenção as DST/AIDS.

Objetivos:

1-O objetivo deste evento é discuti e debater sobre as novas metodologias e tecnologias de prevenção a epidemia da AIDS e outras DST.

2- Fomentar discussões e reflexões sobre tabus, crenças, metodologias, eficácias e inovações no campo da prevenção as DST/AIDS.

3- Promover a troca de experiências sobre novos métodos e tecnologias na prevenção a epidemia da AIDS em trabalhos que já sejam realizadas por entidades em todo Brasil.

4- Construir em grupos de trabalhos novas metodologias de prevenção que venham a constar em um documento produzido pelo encontro ao final dos trabalhos.

Assim sendo, estamos abrindo inscrições para ONG ou outros movimentos de luta contra AIDS de todo o Brasil que queiram apresentar trabalhos inovadores de sucesso na área da prevenção as DST/AIDS.

Serão exigidos os seguintes critérios:

A) A entidade precisa comprovar o método, a importância e o Resultado Final do trabalho apresentado.

B) O Trabalho apresentado pode já ter sido concluído ou pode ainda está em vigência, cada entidade poderá inscrever mais de um trabalho. Porém será selecionado apenas um trabalho por instituição.

C) A entidade proponente do trabalho deve preencher e enviar a Ficha de inscrição, assim como, descrever detalhadamente seu trabalho em no máximo 30 linhas, na fonte numero 12 TIMES NEW ROMAM e enviar até dia 15 de Março de 2010 até as 18:00h. Para os e-mails seguintes: rafaglich@yahoo.com.br ou phabyio1@yahoo.com.br

Trabalhos Selecionados:

A) Os Trabalhos serão analisados e selecionados através de pontuações de 01 a 10 pela comissão política do evento; (A Comissão Política do Evento será formada por representantes de entidades renomadas no campo da prevenção às DST/HIV/AIDS no Brasil)

B) Serão selecionados 10 trabalhos.

C) Os 10 trabalhos selecionados serão divulgados até o dia 15 de Abril de 2010.

D) A Comissão organizadora do evento contemplará com Bolsa Completa (Passagens áreas + Hospedagem e ajuda de custo) para uma pessoa responsável por apresentar o trabalho, ou seja, dez trabalhos dez bolsas.

E) Os dez trabalhos aprovados comporão o relatório final e será publicado no documento político do evento.

A Ficha pode ser baixada clicando aqui.


OBS: Enviar a ficha de inscrição dos trabalhos para os contatos abaixo:
rafaglich@yahoo.com.br
phabyio1@yahoo.com.br

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Reunião de construção da Vígilia do 8 de Março - BA

Prezadas Mulheres,



O CEAFRO, através do Projeto Encruzilhada de Direitos, convida todas as mulheres das redes, das articulações, Movimentos nas cidades e no campo, queremos convidar todas para uma primeira reunião nesta quarta-feira, dia 27.01.2010, a partir das 17:30hs, no Auditório Milton Santos, no CEAFRO-CEAO, no Largo 02 de Julho, para construirmos uma grande Vigília no Dique do Tororó na virada de 07 para 08 de março.
 
Venha trazendo as idéias da sua orgAnização, grupo, esteiras de resistências, nós e assim vamos.

 
Até quarta-feira no CEAFRO!
 
Vilma Reis
Profa. Sociologia
Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias
Campus XXIII, UNEB - Seabra
Coordenação Colegiada do Programa CEAFRO
CEAO: Centro de Estudos Afro-Orientais - FFCH/UFBA
Praça Inocêncio Galvão, 42, Largo 02 de Julho
Salvador/Bahia, Brasil, Cep.40.060-180
Tel. (55-71)3283-5520, Fax.(55-71)3322-2517, Cel.(55-71)9994-3749
E-mail:ceafro@ufba.br - Site:www.ceafro.ufba.br

Primeira escola para gays do país, em Campinas, SP, terá curso de drag queen

Por Tatiana Farah

SÃO PAULO - A cidade de Campinas, no interior paulista, terá a primeira escola para jovens gays do país. Com recursos do Ministério da Cultura e do governo do estado, a ONG E-Jovem vai abrir a escola em março, com cursos gratuitos de dança, canto, TV-Web e produção de fanzines. Dezenas de adolescentes homossexuais e heterossexuais já fizeram as inscrições para as aulas, que terão 20 alunos por turma. Na grade curricular do ano que vem, já está previsto um curso para formação de drag queens.
- A Parada (Gay) mostrou que os homossexuais existem. Agora, queremos mostrar que eles falam e têm o que dizer - afirma o professor universitário e militante gay Deco Ribeiro, de 38 anos, um dos idealizadores do projeto.
A escola não vai oferecer o ensino regular, mas cursos que promovam a cultura homossexual e fomentem a formação de meios de divulgação, como os fanzines e a TV por internet. O projeto tem financiamento público de R$ 180 mil, a serem gastos em três anos. A proposta de criação da escola foi uma das 300 contempladas no programa do governo para a formação de pontos de cultura.
- O importante é valorizar a identidade desses jovens, que precisam de um espaço de cultura e de meios para se expressar. Há muito preconceito, e uma forma de combater isso é valorizando a cultura LGBT - afirma Deco.
Por LGBT entende-se "lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros", mas a escola está aberta também a heterossexuais. Os cursos são gratuitos, e voluntários já se inscreveram como professores não remunerados. Caso do estudante Cristiano Henrique da Silva, de 18 anos, que ensinará canto.
- Tenho sete anos de conservatório musical, participei do coro da Igreja, e quero dar as aulas - conta Cristiano.
O jovem é irmão de Leandro Henrique Ochialini, de 19 anos, bailarino e futuro aluno de dança da escola. Criados em famílias diferentes, os dois agora moram com a mãe, em Campinas, e há apenas dois anos revelaram um ao outro sua orientação sexual.
- Vivíamos disputando a atenção da nossa mãe, brigávamos. Agora, que um sabe do outro, somos os melhores amigos - diz Leandro.
A escola terá aulas para quem quiser ser drag queen dadas por Chesller Moreira, de 27 anos, dirigente da ONG e companheiro de Deco, e que também é a drag, Loren Beauty .
- Me tornei a Loren por causa da militância. Nos eventos, começavam a pedir a Loren porque ela fala muito melhor com os adolescentes. E foi ficando. É a minha outra identidade - explica Chesller.
O jovem, formado em costura e estilismo, lembra que, na adolescência, quando a mãe descobriu que era gay, ela perguntou: "Você não vai se vestir de mulher, não, né?"
- Todos precisam de um tempo para entender. Agora, é minha mãe que me dá as perucas. Quando ela me viu 'montada', disse: 'Nossa, como você está linda!'
A pesquisadora Miriam Abramovay, da Ritla (Rede de Informação Tecnológica LatinoAmericana), especialista em educação, questões de gênero e violência escolar, aprovou a ideia da escola gay.
- É importante que as pessoas que sofrem mais preconceito tenham seus próprios espaços. Não se trata de uma escola formal, mas de um centro de convivência, formação e diálogo - analisou.

Segundo ele, a unidade em Campinas é a primeira do gênero no Brasil e a segunda na América Latina. Nos Estados Unidos existem várias unidades. Ribeiro disse que a intenção também é a de combater a homofobia e colocar em discussão a temática da população gay que, em geral, não é veiculada em currículos de estabelecimentos de ensino tradicional. "Sabemos que muitos alunos deixam de estudar por puro preconceito." Sendo assim, diz ele, a escola dará um suporte no sentido de auto-aceitação do individuo através de cursos voltados às artes. "Os mais conservadores estão de cabelos em pé, já recebemos muitas mensagens nesse sentido como também muitos incentivos de pessoas querendo lecionar ou serem voluntárias. Acho que vai ser muito bom", completou.
Os interessados podem entrar em contato com a direção da escola pelo endereço eletrônico escola@e-jovem.com.

Fonte: Globo e Terra
Edição:  Britney Meneghell  | Fonte:  Britney com informações do Globo e da Terra

domingo, 24 de janeiro de 2010

SEPROMI apoiará projetos do Março Mulher 2010 - BA

A SEPROMI abrirá no dia 23/01/2010 Edital para recebimento de projetos direcionados para realização de eventos e atividades referentes às ações do Março Mulher 2010.
Proponentes: associações, organizações, movimento de mulheres, lésbicas, feministas e organizações mistas legalmente constituídas.

Recebimento de projetos será até o dia 29/01/2010.

 
Por isso fiquem atentas (os) ao site da SEPROMI
(http://www.sepromi.ba.gov.br/) preparem os documentos da sua organização e preencham o formulário de projetos disponibilizado no site para que os projetos sejam submetidos à Comissão Organizadora de Projetos da SEPROMI.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Jornalistas e comunicadores debatem os 15 anos da Conferência de Beijing e os desafios para a conquista de direitos das mulheres

“A Mulher e a Mídia” (Women and the Media) promove série de discussões on line para marcar os 15 anos da Plataforma de Ação de Beijing , resultado da 4ª Conferência Mundial da Mulher
 
Entre 1º e 28 de fevereiro de 2010, o Departamento das Nações Unidas para o Avanço da Mulher (UNDAW) e o Departamento das Nações Unidas de Informação Pública (UNDPI) promovem o debate online “A Mulher e a Mídia” (Women and the Media).  A iniciativa trata-se de uma série de discussões promovidas para marcar os 15 anos da adoção da Plataforma de Ação de Beijing (Beijing Plataform for Action), resultado da 4ª Conferência Mundial da Mulher em Beijing, realizada em 1995 (Fourth World Conference on Women in Beijing - 1995). Os debates estarão disponíveis em: http://tiny.cc/beijing15womenmedia.

As discussões são dirigidas a jornalistas, ONGs com atuação junto às mulheres, estudantes, acadêmicos e parceiros. A discussão online visa proporcionar uma plataforma para dividir experiências sobre a participação da mulher na mídia, de forma a identificar mudanças e traçar ações para o futuro.

Os debates on line antecipam para jornalistas a discussão da 54ª Sessão da Comissão sobre o Status da Mulher (CSW) a ser realizada na sede da ONU, em Nova York, entre 1º e 12 de março deste ano. O encontro fará uma análise dos direitos das mulheres alcançados desde Beijing e o apontará para novas medidas de empoderamento das mulheres.
  
UNIFEM Brasil e Cone Sul 
http://twitter.com/unifemconesul

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Reunião de divulgação do PEPM - BA

OF. Nº 06/2010                                                                                 Salvador, 11 de janeiro de 2010.

Ilma. Sra.

Diretoras ou Gerentes dos departamentos e ou setores de gênero/mulher dos Partidos Políticos, Organizações, Redes e Articulações de Mulheres e Feministas.

Assunto: I ª reunião para apresentar aos setores de gênero/mulher dos Partidos Políticos, Organizações, Redes e Articulações de Mulheres e Feministas para acompanhamento das Políticas para Mulheres.

Senhora,
 
 
A Secretaria Estadual de Promoção da Igualdade - SEPROMI foi criada em 28 de dezembro de 2006, através da Lei 10.549, com a finalidade de:
“... planejar e executar políticas de promoção da igualdade racial e proteção dos direitos de indivíduos e grupos étnicos atingidos pela discriminação e demais formas de intolerância, bem assim, planejar e executar as políticas públicas de caráter transversal para as mulheres”.(Art. 7º)
Neste sentido, a Secretaria de Promoção da Igualdade – SEPROMI através da Superintendência de Políticas para as Mulheres – SPM tem como incumbência promover a eqüidade de gênero, por meio de políticas que reduzam as desigualdades, fortaleçam a autonomia e exercício da cidadania das mulheres, elevem sua qualidade de vida, valorizando a diversidade e enfrentando as discriminações e os preconceitos.
Para tanto se faz necessário que as instituições acima mencionadas Conheçam e Fortaleçam mais esta conquista, no sentido de Acompanhar e Monitorar o que existe de Políticas para as Mulheres na Bahia, visando o fortalecimento da participação e do controle social das políticas públicas.
Neste sentido a Superintendência de Políticas para as Mulheres – SPM convida Vossa Senhoria para participar da I ª reunião com as representantes dos departamentos e setores de gênero/mulher dos Partidos Políticos, Organizações, Redes e Articulações de Mulheres e Feministas, a ser realizado no dia 22de janeiro (sexta-feira) de 2010 às 15:00 horas, no Centro de Promoção da Igualdade, sito a Rua do Paço, nº 42 – Centro Histórico.

Cordialmente,

Ligia Margarida Gomes de Jesus
Superintendente em exercício

Reunião de mulheres para o FSM Bahia - BA

Estamos convidando a todas para uma reunião dos movimentos de Mulheres da Bahia para tratar da nossa participação no Fórum Social Bahia.
 
DATA: 18 de janeiro (segunda-feira)
LOCAL: Universidade Católica da Lapa
HORÁRIO: 14 horas
 
PAUTA: (proposta) Realização da Assembléia das Mulheres.
 
Aguardamos a todas,
Saudações,
Sulle Nascimento
 
(71) 9123-6974 / 8783-0289

Chamada para participação em documentário

A Anis: Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero, entidade sem fins lucrativos, está em fase inicial de pesquisa para um documentário sobre famílias não-heterossexuais. Estamos à procura de casais não-heterossexuais que romperam o preconceito e adotaram legalmente crianças. Acreditamos que o direito a constituir família independe da sexualidade dos casais.

Se você pensa como nós, divulgue essa idéia em suas listas. Precisamos contar essa história.

Se você tem mais de 21 anos, vive em uma relação não-heterossexual e adotou legalmente uma criança, nós queremos muito conhecer sua história. A participação no projeto é voluntária e livre de qualquer remuneração. Nosso objetivo é ampliar o debate no País.

A Anis tem experiência na produção de documentários de direitos humanos. Nossos filmes já foram exibidos em mais de 20 países e receberam mais de 40 prêmios. Conheça um pouco de nosso trabalho no endereço www.anis.org.br
Nosso e-mail para contato: anis@anis.org.br

domingo, 17 de janeiro de 2010

UBM promoverá curso "Mulheres, mais política mais poder" - BA

Com o objetivo de fortalecer politicamente as mulheres dos mais diversos segmentos da sociedade para atuarem nos espaços de poder, a UBM Bahia, estará dando início em fevereiro a única turma do curso intitulado “ Mulheres, mais política mais poder”.
Esse curso faz parte de um projeto nacional da União Brasileira de Mulheres, aprovado pela Secretaria Nacional de Política para Mulheres que acontecerá em 6 capitais.
O curso será aplicado baseado prioritariamente em cinco dos dez grandes eixos do Plano Nacional de Política para as Mulheres, quais sejam: 1) Autonomia econômica e igualdade no mundo do trabalho, com inclusão social; 2) Educação inclusiva, não-sexista, não-racista, não-homofóbica e não-lesbofóbica; 3) Saúde das mulheres, direitos sexuais e direitos reprodutivos; 4) Enfrentamento de todas as formas de violência contra as mulheres, e; 5). Participação das mulheres nos espaços de poder e decisão.  
Para tanto, as aulas ocorrerão as sextass-feira à noite e aos sábados, o dia todo, até o mês de junho.
Estamos realizando a inscrição para seleção da turma. Quem se interessar deve enviar nome, endereço, fones, endereço eletrônico,profissão, movimento que atua para ubmbahia@yahoo.com.br. Após o primeiro contato enviaremos as demais informações.


Patrícia Ramos - 99759493 87777486
Sindicato dos Bancários da Bahia
Coordenação Nacional e Estadual da UBM
Conselheira Estadual em Defesa dos Direitos da Mulher

 

sábado, 16 de janeiro de 2010

Mitchelle Meira diz que união civil homossexual é consenso no Governo Lula

Por Marcelo Hailer 14/1/2010 - 14:23

Após reportagens publicadas nos jornais "O Estado de São Paulo" e "Folha de São Paulo" indicando que o governo Lula e até mesmo o ministro dos direitos humanos, Paulo Vannuchi, recuaram em relação à união civil gay uma polêmica foi aberta.

Mitchelle Meira, coordenadora da Coordenação Nacional de Políticas Públicas LGBT do governo Lula, garante que isso é uma "falsa polêmica" e que a união homossexual "não está em questionamento no governo federal". Ainda sobre a união, Meira diz que a união civil gay é "consenso no governo Lula".

A respeito de matérias publicadas na grande imprensa e que foram parcialmente reproduzidas por A Capa, Mitchelle explicou que o "ministro em pessoa me disse que nada falou a respeito da união civil gay". Segundo ela a "grande imprensa quer levantar uma polêmica que não existe".

Meira disse à reportagem que a questão dos direitos homossexuais foi amplamente debatida com a sociedade e com o governo. "Houve várias Conferências e isso foi debatido com a sociedade". Também lembrou que "as empresas do governo, a Caixa, por exemplo, reconhecem os seus funcionários homossexuais, assegurando direitos".

"A única polêmica existente é em torno do aborto e isto está sendo discutido com a secretária das mulheres, Nilcéa Freire", explica Mitchelle Meira.

Ano eleitoral
Questionada se esse ano temas como a união civil gay e a criminalização da homofobia serão discutidos e votados na câmara, Mitchelle admite que "dificilmente" eles entrarão na pauta. "Por se tratar de um ano eleitoral, muitos parlamentares não querem se envolver com temas polêmicos" admite Meira.

Mas, ela lembra que o Plano Nacional de Políticas Públicas LGBT foi construído em cima de um prazo de três anos para se aplicado em sua totalidade e que, "nesse tempo a comunidade gay deve pressionar os parlamentares para que votem estes temas". Para ela "os LGBT devem cobrar de seus candidatos que defendam estes temas publicamente e que assumam compromissos de verdade".

Segundo Mitchelle, a comunidade gay deve ficar mais atenta e não votar em candidatos que não tem "compromisso" com os direitos homossexuai. Para a coordenadora, as coisas só irão acontecer quando a comunidade "como um todo" se unir e cobrar pelos seus direitos. "Essa pauta (LGBT) tem que ser posta pelos parlamentares e os LGBT devem pressionar para que isso aconteça".

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Nota Publica da AMB em defesa do III PNDH

NOTA PÚBLICA
 

A Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB), movimento feminista que reúne mais de vinte fóruns, redes e articulações estaduais de mulheres e, através destes, articula centenas de organizações, grupos, ONGs e movimentos de mulheres em todo o território nacional, vem a público manifestar seu apoio ao Programa Nacional de Direitos Humanos III (PNDH III) e expressar os nossos cumprimentos ao Ministro Vannuchi, que mesmo sabendo dos riscos que correria por parte da ofensiva conservadora brasileira, optou por ser fiel aos anseios dos milhares de pessoas que participaram da construção do PNDH III.
Fruto de um amplo processo participativo que envolveu debates, seminários, conferências e negociações do qual participaram milhares de representantes do governo e de diversos setores da sociedade civil, o PNDH III representa um avanço substantivo na efetivação dos direitos humanos como política de Estado, essencial para a construção de um país verdadeiramente democrático.
O PNDH III toca em questões fundamentais para a justiça social e a democracia, dentre as quais a democratização da propriedade e dos meios de comunicação, a revisão de leis do período da ditadura militar que embasaram violações de direitos humanos, a efetivação da laicidade do Estado, a união civil entre pessoas do mesmo sexo e a descriminalização do aborto.
Em meio a pressões dos setores conservadores e fundamentalistas, o presidente Lula, infelizmente, aponta para a revisão do PNDH III, tanto no que se refere à punição de torturadores na ditadura militar, como na revisão da lei que pune o  aborto no Brasil, que segue a mesma desde 1940, alegando que o Plano, neste ponto, não expressa a posição do governo.
Esta afirmação é no mínimo estranha, considerando que o PNDH III foi assinado por trinta e um dos(as) trinta e sete ministros(as) do governo e  construído ao longo de um ano, tendo como marco inicial os debates da XI Conferência Nacional de Direitos Humanos e tendo permanecido por meses no site da Secretaria de Direitos Humanos para consulta nacional.
Pode ser que o PNDH não expresse a posição pessoal do presidente Lula, que é de foro íntimo e se ampara em crenças religiosas, mas, certamente, ele expressa a posição da maioria das mais de 14 mil pessoas que participaram da elaboração do plano. Isto porque o Plano deve expressar as resoluções de uma política de Estado – laico, no caso do Brasil – e o compromisso deste com a efetivação dos direitos humanos, incluindo os direitos das mulheres, que são violados quando não se assegura às mulheres a autonomia sobre seu próprio corpo e reprodução.
A descriminalização e a legalização do aborto são mais que questões de saúde pública. Significam a garantia de uma vida digna para todas as mulheres e o respeito a uma série de direitos fundamentais que lhes são atribuídos por documentos como a Declaração Universal de Direitos Humanos e a Constituição Federal. A revisão de uma legislação anacrônica – que se mantém intocável por quase 60 anos à custa da inflexibilidade moralista dos setores políticos alinhados à Igreja –, atende às recomendações de organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas, que já debateram a temática dos direitos reprodutivos em diversos tratados e convenções internacionais e conclamaram os governos do mundo inteiro a rever suas políticas de planejamento familiar e reprodutivo de forma a não punirem as mulheres pela inadequação dessas políticas às suas realidades.
Entendemos que qualquer mudança no PNDH III representará um retrocesso para a democracia brasileira e para o sistema de construção participativa das políticas públicas, significando a negação das vozes e lutas travadas ao longo de décadas pelos movimentos de Direitos Humanos e dos Movimentos de Mulheres, seu respaldo no direito constitucional e internacional e sua legitimidade na construção de um documento que, acreditava-se, marcaria um momento de maturidade política e liberdade democrática em nosso país.
Por isso, nós, da AMB, afirmamos que nos manteremos atentas e firmes em nosso apelo por coerência, justiça e respeito à vida das mulheres, pois este é um compromisso que precede oportunismos partidários e eleitoreiros. Não podemos admitir seguir vivendo num país onde o direito ao reconhecimento de nossa humanidade é visto como algo menor, que pode ser adiado ou cerceado em prol do conservadorismo moralista de forças políticas funamentalistas. Nós brasileiras também desejamos, como outras mulheres do mundo, o reconhecimento de nosso direito de escolha, de nossas liberdades individuais e de nossas lutas coletivas!
  
Articulação de Mulheres Brasileiras
13 de janeiro de 2010

sábado, 9 de janeiro de 2010

Bolsas de Mestrado para estudos de gênero em universidades espanholas

Estão abertas, até inicio de março 2010, inscrições para bolsas de mestrado e doutorado na área de Gênero para várias universidades na Espanha (Madrid, Barcelona, Cadiz, Huelva). Tratam-se de cursos de um ano escolar espanhol (outubro 2010 a junho 2011), com a caracteristica de mesclarem atividades teóricas e estagios em instituições, prevendo uma monografia final de curso. A bolsa tem valor variado, segundo a instituição, mas cobre o pagamento do curso (as universidades espanholas publicas são pagas), passagem aérea e mensalidade para manutenção na Espanha. É necessario já ter concluido a graduaçao para se candidatar e ter um bom dominio de espanhol para a entrevista de seleção. Divulguem entre seus pares pois é uma excelente oportunidade de formação na área de Gênero.

Informações sobre as bolsas para os cursos de mestrado estão em
http://gestion.fundacioncarolina.es/candidato/becas/programas/programas.asp?Id_Area=27&clicko_area=1

SPM cadastra entidades de mulheres para publicação de um catálogo - BA

A Prefeitura Municipal do Salvador, através da Superintendência de Políticas para as Mulheres está realizando o cadastro das entidades de mulheres existentes no município com objetivo de publicar um catálogo contendo informações das mesmas. O objetivo é divulgar os serviços disponibilizados por estas entidades para toda a sociedade.
 
Sessenta pesquisadoras selecionadas para a segunda fase do Projeto Acerto de Contas – Formação Política para o Exercício da Cidadania Ativa das Mulheres, durante cinco meses, estarão visitando as entidades para coletar os dados que irão compor o mapeamento. Durante este período, cada mulher receberá uma bolsa auxílio para realização dessa atividade.
Os grupos interessados em constar no catálogo deverão entrar em contato através do e-mail acertodecontas.spm@gmail.com, pelo telefone 2108-7300, fax 2108-7306 ou comparecer a sede da SPM que fica  localizada na Av. Sete de Setembro, n° 202. Edf° Adolpho Basbaum. 4° andar. Centro. O prazo para cadastro é até 22 de abril de 2010.
Acerto de Contas
O Projeto Acerto de Contas tem o objetivo de fortalecer a participação de mulheres das diversas SIGA´S (antigas AR´s -Administrações Regionais) de Salvador, incluindo mulheres que moram em Ilha de Maré, Paramana e Bom Jesus, qualificando-as em gênero, raça, controle social e políticas públicas para intervir no processo de construção da cidadania ativa. 
O projeto foi implantado pela Prefeitura Municipal, através da SPM - Salvador em parceria com o Governo Federal, através da Secretaria Nacional de Política para as Mulheres - SPM/PR e tem mudado a vida de muita gente. 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Fórum Social Mundial Temático - BA

29,30 e 31 de janeiro de 2010
TEMA: Diálogos, diversidade cultural e crise civilizatória

O FSMT na Bahia tem como finalidade a troca de experiências e articulações entre ONGs e movimentos sociais;bem como ser um espaço de construção de alternativas priorizando o desenvolvimento humano e a superação da dominação dos mercados, e ainda possibilitando exposição de teses, debates abertos, coordenação de lutas para o enfrentar a pobreza, a fome, o desemprego, a desigualdade, a exploração dos recursos naturais e o analfabetismo.

O FSM Temático na Bahia tem uma estimativa de 50.000 participantes.

Terá 3 dimensões:
a)diálogos sociedade civil e sociedade política;
b) uma inédita dimensão cultural;
c)uma multidisciplinar avaliação das crises do nosso tempo.
Tendo como eixos transversais:
-Tolerância, pluralismo, violência e anti-racismo;
-Democracia substantiva e afirmação e empoderamento da sociedade civil;
-Gênero e alternativas a mercantilização e homogeneização;
-Respostas á crise;
-Descolonização do pensamento.

Sua participaçào é impresindivel para nós, não fique de fora deste grande evento.
Um outro mundo é possível! 

PROGRAMAÇÃO


ATIVIDADES GERAIS DO FSMT

Mesas Gerais:

MESA UM 29/01- 9h00 às 12h30min. Auditório do PAF III. Testemunhos da luta indígena: Marcelo Weré Djekupé (Associação Guarani e Tupiniquim do ES), Guarany (SC), Mariza Tamikuan Ará (RJ), Anísio Guató (Mato Grosso do Sul), Carlos Tukano (AM), Tupinambá (BA) e Pataxó (Coroa Vermelha-Bahia), FUNAI.
MESA DOIS 29/01 – 9h00 às 12h00min. Desaparecidos políticos. Local: Sala Rafael Menezes no Instituto de Química. Palestrantes: Soledad Pereda de Berdini (Madres de Plaza de Mayo (Mar Del Plata-ARG) e Ângela Barili de Tasca (Abuelas de Plaza de Mayo-Mar Del Plata-ARG), Diva Santana (Grupo Tortura Nunca Mais), Janaína Teles (SP), Paulo Vanucchi (BSB) e Jacira Silva (DF).
MESA TRÊS 29/01 – 14h00 às 17h00min, local: Auditório da FACOM. À esquerda hoje e a contribuição dos pensadores da América Latina e África. Palestrantes: Emir Sader (RJ), Samir Amin (Egito), Jose Luiz Del Roio (ITA), Michael Lowy (Fça.), Carlos Nelson Coutinho (RJ), Franklin Oliveira Jr. (BA), Altamiro Borges (SP), Virginia Fontes (SP) e Marly Vianna (SP).

MESA QUATRO 29/01 – 19h00 às 22h00min. Auditório do Instituto de Letras. Campus de Ondina. Mesa: Racismo e institucionalidade. Palestrantes: Helio Santos (RJ), Muniz Sodré (RJ), Sueli Carneiro (SP), Diana Senghor (Senegal), Edson Santos (BSB), Ana Lucia Pereira (TO), Zezeu Ribeiro (deputado federal-BA), Paulo Paim (senador-RS), Luiza Bairros (BA),Olívia Santana (vereadora de Salvador), Luiz Alberto (BA), Edivaldo Brito (vice-prefeito de Salvador),Fatou sow sarr(SENEGAL)

MESA CINCO 29/01 – das 19h00 às 22h00min, local: Auditório A do PAF I. Mesa: Etnocentrismo e Eurocentrismo: Samuel Vida (BA), Nildo Ouriques (SC), Arturo Chavolla (Mex.). Kwame Anthony Appiah (EUA), Kabengelê Munanga (SP),Samda Dúri Mboup( África do sul),Mediagne Diallo( RJ).
MESA SEIS 30/01 – 9h00 às 12h30 –Local: Auditório do PAF III. Promoção Frente de Resistência Urbana, Mesa: Militarização das periferias urbanas, ameaça à democracia. Palestrantes: Raul Zibechi (Uru), Mike Davis (EUA), Miguel Urbano (Port.), Marcelo Lopes de Souza (RJ), Mauricio Campos (Rede de Comunidades e Movimentos contra a Violência - RJ), PRONASCI-Bahia, FARC-Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia e Tarso Genro (BSB), Ana Felisa Hurtado Guerrero (COLOMBIA).
MESA SETE 30/01 – 9h00min/13h00min. Campus da UCSal na Lapa. Mesas sobre Educação e desenvolvimento. Expositores: Moacir Gadotti (SP), Fernando Haddad (BSB), Lourisvaldo Valentim (UNEB), Naomar Alcântara (UFBA), Herminia Maricato (SP), Maria Aparecida Perez (BSB), Jose Carlos (UCSAL), Osvaldo Barreto (sec. De educação da Bahia), David Harvey (EUA), Madalena Guasco (UNICAMP-CONTEE), Marinalva (ACEB) e Antonio Câmara (UFBA).
MESA OITO 30/01 – 9h00 às 13h00min – Local: Biblioteca do Instituto de Matemática. Mesa: Mulher, crise econômica e emancipação. Palestrantes: Alice Portugal, Heloísa Helena (Al.), Nilcéa Freire (BSB),Lilian Celiberti(Uru), Gina Vargas(Peru), Analu Faria(Marcha Mundial das Mulheres), Luizlinda Valois, Edeltrudes Pires Neves(Cabo Verde), Olivia Santana, Maria Ângela Manjante(deputada da FRELIMO-Moçambique), Marta Rodrigues(vereadora de SSA),Lavínia Moura(ex-DIEESE), Terezinha Gonçalves e Lídice da Mata, Deise Benedito( SP),
MESA NOVE 30/01 – 14h00min às 17h00min, Local: Campus da UCSAL na Cardeal da Silva. Promoção: LGBT. Mesa: Fobias, intolerância e lógica igualitária. Palestrantes: Hedimo Santana (Aurstr.), James Green (EUA), Carlos Tufivson (RJ), Barba Grandner (SP), Miriam Murtinho (RJ), Negra Cris (BA), Luis Mott (BA), Dion (BA).
MESA DEZ 30/01 – 14h00 às 17h00min. Auditório A do PAF I. Descolonização do pensamento na A. Latina e África. Epsy Campel Barr (presidente da Associação Parlamento Negro-Costa Rico), Kabengelê Munanga (SP), Samuel Vida (BA) e Mediagne Diallo (RJ) Taufik Ben Abdallah, (Senegal, membro do comitê africano no comitê internacional organizador do Fórum), Ayanwale Ayo Olayanju (FRMI).

MESA ONZE 30/01 – 17 às 20h00min. Auditório principal da Faculdade de Arquitetura. Reforma agrária, agricultura familiar e soberania alimentar. Palestrantes: José Bové (Fça.), João Pedro Stédile (MST), Alberto Brosh (BSB), Rafael Alegria (Honduras), Blanca Chancoso (Equa), Guilherme Cassel (BSB), Francisco Menezes (RJ), FETAG (BA).
MESA DOZE 31/01 – 11h00 às 13h00min. Auditório do Instituto de Geociências. Promoção: CEBRAPAZ. Governança, paz mundial e solidariedade internacional. Palestrantes: Athanassis Panfilis (Grécia), Walden Bello (Filipinas), Rui Namorado (presidente do Conselho Português pela Paz), Socorro Gomes (CEBRAPAZ), Samuel Pinheiro Guimarães (BSB), Piedade Córdoba (Arg.), Carlos Lopes (Cabo Verde), Prabir Purkayastha (Índia), Immanuel Wallerstein (EUA).

MESAS DO GRUPO CRISE & OPORTUNIDADES

29/1 – 9h00 às 12h00min. Hotel Victoria Marina. Mesa: Sul-Sul como alternativa. Palestrantes: Jorge Bernstein (Arg.), Julio Lopez Gallardo (Mex.), Neide Patarra (BRA) e Samir Amin (Egito). Debatedor: Carlos Lopes (Cabo Verde). Moderador: José Celso (IPEA).
29/01 – 14h00 às 18h00min. Hotel Victória Marina. Mesa: Mídia e democracia: Venicio de Lima (BSB), Roberto Sávio (ITA), Bernard Cassen (Fça.), Inácio Ramonet (Fça), La jornada (mex.), La república (Uru.), Renato Rovai (SP), Duarte Pereira (SP), Vera Chaia (SP), Jose Arbex (SP), Franklin Martins (BSB), Mauro Santayana (BSB), Luis Nassif (SP).
29/01 – 19h00 às 22h00. Hotel Victória Marina. Mesa: Crise e trabalho. Palestrante: Marcio Pochmann (BSB), Victor Baez (Parag.), Juan Somavia (OIT-Suiça), Artur Henrique Santos (SP), Paulo Pereira da Silva (SP), Ricardo Patah (SP), Wagner Gomes (SP) e Nilton Vasconcelos (BA).
30/1 – 9h00 às 12h00min. Hotel Victoria Marine. Mesa: Convergência das crises. Peter Wahl, Alfredo Manevy, Roberto Espinoza, Hazel Henderson (teleconferência). Debatedor e moderador: Jose Eli da Veiga. Eixo quatro
30/01 – 14h00 às 17h00. Hotel Victória Marina. Mesa: Governo e expectativa popular. Palestrantes: Edmilson Rodrigues (PA), Boaventura dos Santos (PORT.), Bangumzi Sifingo (África do Sul), Jose Miguel (Cuba) e Álvaro Coronel (Uru.).
30/01 – 19h00 às 22h00min. Auditório A do PAF I.Mesa: Soberania energética e mudanças climáticas pós-Copenhagen. Pablo Sólon (Bol.), João Paulo Candia Veiga (SP), Juliana Malerba (RJ), Jose Sergio Gabrielli (BA), Rubens Born (SP), Pablo Bustillos (Arg.), Nicola Boulard (Tailândia), Carlon Minc (BSB), Wangari Mathaai (Quênia) e Haroldo Lima (BA).
31/01 – Das 9h00 às 12h00. Hotel Victoria Marine. Mesa: Agenda estratégica de governança; Palestrantes: Ricardo Abramovay (SP), Susan George (EUA), Yash Tandom (Uganda) e Paul Singer (SP). Debatedor: Ladislau Dowbor (SP). Moderador: Caio Magri.
Eventos especiais:
Ato:
30/01 – 11h00min-13h00min. Auditório do Instituto de Geociências. Ato em homenagem aos cinqüenta anos e Espaço em frente ao PAF III. Homenagem especial aos 50 anos da revolução cubana. Palestrante: Carlos Rafael Zamora Rodrigues (Embaixador de Cuba no Brasil).
Conferências:
29/01 – 19h00 às 22h00min. Hotel Victoria Marine. Conferência de Susan George (*).

29/01 – 19h00 às 22h00min. Quadra de esportes dos bancários. Conferência “Educação e libertação” de Moacir Gadotti. Organização: APUB, APLB, SINPRO, ADUNEB, ADUCSAL.

30/01 – 14h00 às 17h00min. Conferência de István Mészáros sobre “Sociedades pós-capitalistas”. Debatedores: David Harvey (EUA) e Carlos Nelson Coutinho (RJ).
31/01 – 9h00 às 13h00min. Auditório da UNEB. Crise mundial hoje. Palestrante: Samir Amin (Egito). Debatedores: Duarte Pereira (SP), Jose Arbex (SP), Jose Reinaldo de Carvalho (SP), Amyra El Kalili (SP), Bernard Toro (Co.), Danielle Miterrand (Fça).
Debate show:
29/01- 19h00 às 23h00min, Concha Acústica. Oficio de viver samba. Com artistas e grupos de samba do Rio de Janeiro e da Bahia. Homenagem a Riachão. Artistas: Martinho da Vila, Netinho de Paula e Clube do Samba da Bahia.
Mesa redonda:
30/01 – 14h00 às 18h00min. Teatro Castro Alves. Diálogos e controvérsias entre governantes e movimentos sociais (*).

Seminários:

29/01(9h00 às 21h00min), 30/01(9h00 às 12h00min) e 31/01(9h00 às 12h00min). Local: Hotel Victoria Marine. Seminário internacional do Grupo Crise & Oportunidades.
29/01 – 14h00 às 17h00min. Auditório B, PAF I. O pensamento inovador de José Carlos Mariátegui: palestrantes: Renata Bastos (RJ), Elvis Polleto (SC), Franklin Oliveira Jr (BA) e Ricardo Marinho (RJ), Alberto Fillipi (ITA).
30/1 – 19h00 às 22h00min. Auditório do PAF III. Globalização, hegemonia e governança. Palestrantes: Boaventura Santos (Port), Julio Lopes Gallardo (Mex.), e Immannuel Wallerstein (EUA).
Simpósio:
31/01 – 9h00 às 18h00min. Local: Hotel Baía do Sol. Simpósio Internacional de Religiões de matriz Africana. Palestrantes: Babalorixá Acaiaba Todé (SP), Helio Moreira Silva (RJ), mãe Beata (RJ), Ialorixá Jaciara Ribeiro (Ilê Axé Abassá-Bahia), mâe Helenice de Brito (Ilê Axé Omin Jobá-Bahia), Erisvaldo Pereira dos Santos (UFMG), mãe Stella (BA), Makota Valdina (BA), Cosme Bañas (santeria cubana), Max de Beauvoir (Federação Nacional dos Cultos Vodum-Haiti), Wangari Mathaai (Quênia-Premio Nobel da Paz de 2004).
Cimeiras:
29(das 9h00 às 18h30min), 30(das 9h00 às 14h00min) e 31/01(das 9h00 às 14h00).Hotel da Bahia.I Cimeira Ibero-americana e africana transito e vida. Mesa 1: Mobilidade e inclusão social: a acessibilidade do automóvel e os reflexos na sociedade. Veículos e vias; motos e bicicletas. Palestrantes: Jose Nazareno (DF), Barbara Cassandra Vita Barbosa (PE). Mesa 2. Legislação de transito instrumento de garantia da cidadania?Repressão no transito corrige ou onera?PVAT como é arrecadado e distribuído os recursos. Palestrantes: Graziele Maria Casas Blanco (SC), Sidnei Smith (SC) e Sonia Maria Oliveira Gonzaga (SC). Mesa 3. O papel das ONGs na construção da cidadania no transito. Palestrantes: Fernando Pedrosa (RJ), Marcos Musafi (RJ), Monica Melo (AM) e Fabian Martins (SP). Mesa 4. Estudos e ações para o transito e vida: educação para o transito na visão do gestor; educação para o transito na visão do educador.Palestrantes: Matheus Moura(BA), Capitão Blanco(BA), Rodrigo Ramalho(BA). Mesa 5. Agente mais freqüente dos acidentes de transito. Sono e os casos e os riscos; álcool e droga-as conseqüências físicas e emocionais. Palestrantes: Tereza Hora (BA) e Eduardo Bianatti (SP). Mesa 6. O transito na mudança climática. Poluentes urbanos - alternativas e reflexo na natureza e sociedade. Palestrantes: a confirmar. Mesa 7. Transito: responsabilidade de Estado, direito do cidadão(multas, sinalização,conservação as vias,acidentes, danos aos usuários e reparação). Palestrante: Flavio Amin Adura (SP).
29 a 31/1 – 8h30 às 12h30 – Local: Hotel Sol Baía. Cimeira sobre a afirmação e o empoderamento da pessoa idosa nos países de língua portuguesa e África. Palestrantes: Vitor Ramalho (Presidente do INATEL-Port), Mario Moutinho (Reitor da Universidade Lusófona-Port.), Beltrina Cortes (PUC-SP).
Cinema:

29 a 30/1 – Cine Social Mundial. Local: Hotel Marazul. Cineastas confirmados: Eliseo Altinaga (Cuba), Patrício Gozman (Ch), Fernando Solanas (Arg), Fernando Birri (Arg.), Orlando Sena (RJ), Luiz Arnaldo Campos (PA), Rosemberg Karini (presidente do CBC), Kátia Lund (RJ), Joelzito Araújo (SP), Edgard Navarro, Carlos Pronzato, Geraldo Moraes (Presidente do CBDC), Solange Lima (presidente da ABD), Chico Liberato (animador), Sofia Federico (diretora da DIMAS), Francisco Serafim (pesquisador da UFBA). . Sessões de cinema seguidas de debate de 10 às 13h00min, de 15 às 18h00min, e de 19h00min as 22h00min. 
 
Inscrições: http://fsmtbahia.com.br/index.php?pg=inscricoes2.php 

Alvorada promove encerramento das oficinas de prevenção à violência contra a mulher - BA


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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

UNIFEM participa do processo de criação da nova agência de gênero das Nações Unidas


Sob o comando da diretora executiva Inés Alberdi, UNIFEM avança na proposta de unificação das quatro estruturas de gênero atualmente existentes nas Nações Unidas. Decisão tomada na 63ª Assembleia Geral da ONU, em setembro de 2009, atende proposta histórica do UNIFEM de consolidar a atuação das Nações Unidas no mundo em favor das mulheres
 

Nova York (Estados Unidos) – A diretora executiva do UNIFEM (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher), Inés Alberdi, está comandando a elaboração de uma proposta global do UNIFEM para a nova agência de gênero. A unificação das quatro estruturas de gênero das Nações Unidas - UNIFEM, OSAGI (Assessoria Especial do Secretário Geral para Assuntos de Gênero), DAW (Divisão das Nações Unidas para o Avanço das Mulheres) e INSTRAW (Instituto Internacional de Pesquisa e Treinamento para o Avanço das Mulheres) - foi tomada, em setembro de 2009, na 63ª Assembleia Geral da ONU.
 
Com orientações destinadas aos escritórios regionais e sub-regionais do UNIFEM nos mais de 80 países onde a instituição atua, Alberdi convocou em carta enviada em 31 de dezembro de 2009 a mobilização das equipes do UNIFEM para interlocução direta com a sociedade civil, especialmente movimentos de mulheres e feministas, governos e parceiros nas execuções dos programas para envio de propostas que colaborem para o projeto de configuração da nova agência de gênero da ONU. As sugestões dos países de abrangência do UNIFEM Brasil e Cone Sul – Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai -, poderão ser encaminhadas para os e-mails unifemconesul@unifem.org e unifemconosur@unifem.org até 1º de fevereiro de 2010.
 
Para Inés Alberdi, a nova agência de gênero da ONU atende a proposta do UNIFEM, amplamente discutida e apoiada por diversos governos e redes mundiais de organizações de mulheres, de garantir expressiva presença nos países, mais recursos para as políticas para as mulheres, melhoria no assessoramento aos países e governos e mais integração das agências das Nações Unidas na agenda de equidade de gênero. “Essa consolidação vai fortalecer a eficácia do Sistema das Nações Unidas na promoção da igualdade de gênero e empoderamento das mulheres”, apontou Alberdi.
 
A nova agência de gênero terá mais status dentro da própria ONU, sendo sua autoridade máxima conduzida por uma Subsecretária Geral – terceira posição na hierarquia do Sistema ONU. Em todo o mundo, uma coalizão composta por mais de 300 organizações não-governamentais solicitou rapidez no processo de estruturação da nova agência e a nomeação de uma liderança reconhecida pelos movimentos de mulheres e de gênero, para conduzir o processo de unificação das quatro entidades atualmente existentes.
 
A previsão é de que a nova agência já esteja em pleno funcionamento no segundo semestre de 2010. Conforme informado pela diretora executiva Inés Alberdi, o UNIFEM está empreendendo esforços para assegurar o pleno funcionamento de programas, projetos e ações apoiados pelo UNIFEM durante o processo de transição. De acordo com Alberdi, escritórios do UNIFEM de todo o mundo estão mobilizados para que a criação da nova agência de gênero tenha ampla participação das mulheres de todo o mundo.


Isabel Clavelin
Asesora de Comunicación
UNIFEM Brasil y Cono Sur
Tel: + 55 61 3038.9287 / 8175.6315
http://twitter.com/unifemconesul

Dissertação aborda escritoras negras - BA

Amanhã, dia 07 de janeiro, Francineide Palmeira defenderá sua dissertação de Mestrado em Letras intitulada "Vozes femininas nos Cadernos Negros: intelectuais negras e representações de insurgência". 
A defesa ocorrerá no Instituto de Letras da UFBA, no PAF Ondina, a partir das 14 horas.
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