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Calendário Feminista

24 de fevereiro – Dia da conquista do voto feminino no Brasil
8 de março – Dia Internacional da Mulher
30 de abril – Dia Nacional da Mulher
28 de maio – Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Morte Materna
25 de julho – Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha
29 de agosto – Dia da Visibilidade Lésbica no Brasil
23 de setembro – Dia Internacional contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças
28 de setembro – Dia pela Descriminalização do aborto na América e Caribe
10 de outubro – Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher
25 de outubro – Dia Internacional contra a Exploração da Mulher
25 de novembro – Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher
6 de dezembro – Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres

quinta-feira, 27 de maio de 2010

3ª Mostra Possíveis Sexualidades - BA

(Clique na imagem para ampliá-la)

http://possiveissexualidades.wordpress.com/

domingo, 23 de maio de 2010

Viígilia pelo fim da violência contra as mulheres - BA


XXXIII VIGILIA FEMINISTA
PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES
25 DE MAIO 2010
Lembrando o dia 28 de Maio
Dia Nacional de Luta pela Saúde da Mulher e
Redução da Mortalidade Materna
Você sabe de que se trata?
Neste dia lembramos esta tragédia silenciosa que é a morte diária de mulheres por causas maternas, isto é, ocorridas durante a gravidez, o parto ou pós-parto, causas consideradas evitáveis. As mortes maternas representam uma violência contra as mulheres e uma grave violação dos seus direitos humanos e nos colocam um enorme desafio para alcançarmos aquilo que está assegurado na nossa Constituição – o direito à saúde e o dever do Estado em garanti-lo.
Como é a situação em Salvador?
Salvador faz parte das regiões de alta mortalidade materna no mundo, com taxas muito maiores do que aquelas aceitas pela Organização Mundial de Saúde, Algumas áreas da cidade, como o Subúrbio Ferroviário e Cabula Beiru, têm taxas de mortalidade materna alarmantes.
Quais as causas das mortes maternas?
Estas mortes são o retrato da exclusão social de uma parte importante da população feminina – morrem as mulheres mais pobres, mais jovens, de menor  escolarização  e menor renda, usuárias do SUS. As mulheres negras morrem em média 3 vezes mais que as brancas. 
O aborto realizado em condições inseguras permanece como a principal causa das mortes maternas em Salvador. Como é crime no Brasil, as mulheres o fazem  na clandestinidade, mas são aquelas mais pobres que recorrem a procedimentos inseguros à saúde e morrem por suas complicações . Mas há também outras causas evitáveis – pressão alta na gravidez, hemorragia ou infecção após o parto ou  doenças que as mulheres já tinham e que pioraram com a gestação, em grande parte por falta de atenção adequada à saúde.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Universidades federais abrem inscrições para formar 6.700 pessoas em gestão de políticas públicas em gênero e raça

Curso gratuito será ministrado em 18 universidades federais das cinco regiões do País e atenderá pessoas de nível médio e superior. Inscrições já estão abertas na universidade do Pará



Brasília (Brasil) - Formar 6.700 gestores e gestoras para a condução das políticas públicas de gênero e raça. Esse é um dos objetivos do curso gratuito de formação em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça que será desenvolvido por 18 universidades federais das cinco regiões do País (lista completa abaixo), para pessoas de nível médio e superior. A iniciativa é resultado da parceria entre Ministério da Educação, Secretaria de Políticas para as Mulheres, Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher - UNIFEM Brasil e Cone Sul, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA e Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – CLAM/UERJ.

O público-alvo é formado por servidoras e servidores dos três níveis da administração pública, integrantes dos Conselhos de Direitos da Mulher, dos Fóruns Intergovernamentais de Promoção da Igualdade Racial, dos Conselhos de Educação, gestores e gestoras das áreas de educação, saúde, trabalho, segurança e planejamento e dirigentes de organismos não governamentais ligados à temática de gênero e da igualdade etnicorracial.

O curso utiliza a plataforma da Universidade Aberta do Brasil, composto por um sistema integrado de universidades públicas através da metodologia da educação a distância com uso de ferramentas de aprendizagem e conteúdo ministrados pela internet. Estão programados de dois a três encontros presenciais.

A formação em gestão de políticas de gênero e raça é uma oportunidade para instrumentalizar gestores, interessados a ingressar na carreira de administração pública ou lideranças de ONGs para intervenção no processo de concepção, elaboração, implementação, monitoramento e avaliação dos programas e ações de forma a assegurar a transversalidade e a intersetorialidade de gênero e raça nas políticas públicas.

Formas de participação e conteúdo
São duas as modalidades de participação: Aperfeiçoamento, com carga horária total de 300 horas, para profissionais de nível médio; e de Especialização, com carga total de 380 horas, para profissionais de nível superior. Para a modalidade Especialização, ao final do curso, deverá ser apresentado um trabalho de conclusão de curso (TCC).

Os conteúdos estão divididos em seis módulos: Políticas Públicas e Promoção da Igualdade, Políticas Públicas e Gênero, Políticas Públicas e Raça, Estado e Sociedade e Gestão Pública. A coordenação e a definição de conteúdos são compartilhadas por pesquisadores e pesquisadoras de gênero e raça, entre os quais estão ativistas de mulheres, feministas e movimentos negro e de mulheres negras. Clique aqui para ver o programa completo do curso

Inscrições abertas no Pará
As universidades federais de Minas Gerais e do Pará são as duas primeiras instituições a abrirem as inscrições. Na UFMG, foram disponibilizadas 500 vagas e o período de inscrições já se encerrou. A Universidade Federal do Pará recebe, até o dia 31 de maio, inscrições para as 300 vagas disponibilizadas para o curso. Conforme a coordenadora do curso na UFPA, Mônica Conrado, já foram preenchidas 200 vagas. Informações sobre dados e formulários de inscrição devem ser solicitados para a professora Mônica Conrado pelo e-mail mpconrado@uol.com.br

Segundo as instituições organizadoras do curso, a expectativa é que durante o mês de junho as demais 16 universidades anunciem a abertura das inscrições. As universidades ofertam de 120 a 700 vagas, a depender do tamanho da turma definida pela coordenação do curso.

Confira:
 

sexta-feira, 7 de maio de 2010

II Seminário do Dia Mundial de Luta contra a Homofobia - BA

 (Clique na imagem para ampliá-la)

Dora Leal é a próxima reitora da UFBA

Com um total de 10.472 votantes, a apuração das urnas da eleição para reitor e vice-reitor da Universidade Federal da Bahia apontou a vitória da Chapa 3, composta pelos professores Dora Leal Rosa e Luiz Rogério Bastos Leal. A chapa obteve 2.893 votos entre os estudantes, 821 votos dos professores e 749 votos do corpo técnico-administrativo (TA), o que resultou em um escore de 2.685,71. Em segundo lugar ficou a Chapa 2, Roberto Paulo de Araújo e Modesto Jacobina, com o escore de 1.702,16, correspondendo a 2.313 votos dos estudantes, 382 dos docentes e 653 dos TA. E em terceiro lugar, a Chapa 1, João Augusto Rocha e Adelmário Spínola, alcançou o escore de 1.175,61 (1.282 votos dos estudantes, 189 dos professores e 611 dos servidores). A apuração foi encerrada às 18h de quinta-feira (dia 6 de maio), sem incidentes. Os nomes das chapas, na ordem em que foram votados pela comunidade da UFBA, comporão a lista que será submetida ao Ministro da Educação, a quem cabe a nomeação dos reitores das universidades federais. Nos últimos reitorados, o ministro tem acatado o e nomeado o escolhido pela maioria.

http://www.portal.ufba.br/ufbaempauta/2010/Foldernoticias.2010-05-03.2222/Foldernoticias.2010-05-06.3734/ponte

sábado, 1 de maio de 2010

Unifem quer garantias para trabalhadoras domésticas no Brasil

Agência da ONU lança campanha de rádio pelos direitos da profissão no país; segundo o Unifem, trabalhadoras domésticas precisam ser valorizadas e respeitadas.
O Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher, Unifem, no Brasil e Cone Sul acaba de lançar uma campanha pelos direitos das trabalhadoras domésticas brasileiras.
Três spots de rádio com depoimentos sobre o assunto foram produzidos em parceria com a Organização Internacional do Trabalho, OIT, com a Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas, Fenatrad, e com apoio do governo do país.

Garantias
Nos spots de 30 segundos, um empregador, uma trabalhadora doméstica e a presidente da Fenatrad, Creuza de Oliveira, falam sobre a profissão.
Segundo a gerente de programa regional de gênero, raça, etnia e pobreza do Unifem Brasil e Cone Sul, Ana Carolina Querino, o setor precisa ser valorizado e respeitado.
Ela disse à Rádio ONU, de Brasília, que o objetivo da campanha também é alertar para a falta de garantias para a trabalhadora doméstica no país.
"O que isso quer dizer é que ela não tem garantias de que vai receber o salário mínimo estabelecido por lei. Ela também não tem garantia de que vai ter acesso à renda caso não possa trabalhar, seja em situação de velhice, quando chegar o momento da aposentadoria, seja em situação de doença em que poderia receber um benefício da previdência. Ela não recebe", afirmou.

Carteira de Trabalho
O Unifem informa que apenas 26,8% do total de trabalhadores domésticos no Brasil tinham carteira de trabalho assinada em 2008. Entre os que não possuíam vínculo formal, a maioria eram mulheres negras.
Mais informações: unifem.org.br

Dicionário Crítico do Feminismo, de Helena Hirata

Em seu mais recente livro Dicionário Crítico do Feminismo (São Paulo: UNESP, 2010), Helena Hirata busca dissecar termos relacionados ao mundo das mulheres e mostrar os significados de questões como opressão, dominação masculina, aborto e contracepção, assédio sexual, prostituição, maternidade e movimentos feministas. Hirata também analisou questões como o pensamento crítico feminista, as diferenças entre as mulheres de diferentes profissões e a divisão sexual do trabalho. “A relação entre homens e mulheres oculta uma questão importante que é a hierarquia social. Se considera que os homens são superiores às mulheres e, portanto, daí decorre toda uma série de diferenças entre eles. É essa hierarquia que tem que ser questionada”, explica a autora durante a entrevista que concedeu à IHU On-Line por telefone. A obra, lançada originalmente na França, aborda, por meio de 48 verbetes, conceitos relacionados ao movimento feminista e os contextos em que estes se inserem em termos políticos e sociais. Helena Hirata é professora na Universidade Estadual de Campinas, onde pesquisa Sociologia do Trabalho e do Gênero. O livro pode ser adquirido pelo telefone (11) 3107-2623 ou pelo site: www.editoraunesp.com.br. Luciene Lacerda e Paulo Piramba. Fonte: IHU On-Line.
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