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Calendário Feminista

24 de fevereiro – Dia da conquista do voto feminino no Brasil
8 de março – Dia Internacional da Mulher
30 de abril – Dia Nacional da Mulher
28 de maio – Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Morte Materna
25 de julho – Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha
29 de agosto – Dia da Visibilidade Lésbica no Brasil
23 de setembro – Dia Internacional contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças
28 de setembro – Dia pela Descriminalização do aborto na América e Caribe
10 de outubro – Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher
25 de outubro – Dia Internacional contra a Exploração da Mulher
25 de novembro – Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher
6 de dezembro – Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Não ao "estupro corretivo"


"O estupro corretivo”, a prática cruel de estuprar lésbicas para “curar” sua homossexualidade, está se tornando uma crise na África do Sul. Porém, ativistas corajosas estão apelando ao mundo para pôr fim a estes crimes monstruosos. O governo sul africando finalmente está respondendo -- vamos apoiá-las. Assine a petição e divulgue para os seus amigos!

Millicent Gaika foi atada, estrangulada, torturada e estuprada durante 5 horas por um homem que dizia estar “curando-a” do lesbianismo. Por pouco não sobrevive

Infelizmente Millicent não é a únca, este crime horrendo é recorrente na África do Sul, onde lésbicas vivem aterrorizadas com ameaças de ataques. O mais triste é que jamais alguém foi condenado por “estupro corretivo”.

De forma surpreendente, desde um abrigo secreto na Cidade do Cabo, algumas ativistas corajosas estão arriscando as suas vidas para garantir que o caso da Millicent sirva para suscitar mudanças. O apelo lançado ao Ministério da Justiça teve forte repercussão, ultrapassando 140.000 assinaturas e forçando-o a responder ao caso em televisão nacional. Porém, o Ministro ainda não respondeu às demandas por ações concretas.

Vamos expor este horror em todos os cantos do mundo -- se um grande número de pessoas aderirem, conseguiremos amplificar e escalar esta campanha, levando-a diretamente ao Presidente Zuma, autoridade máxima na garantia dos direitos constitucionais. Vamos exigir de Zuma e do Ministro da Justiça que condenem publicamente o “estupro corretivo”, criminalizando crimes de homofobia e garantindo a implementação imediata de educação pública e proteção para os sobreviventes. Assine a petição agora e compartilhe -- nós a entregaremos ao governo da África do Sul com os nossos parceiros na Cidade do Cabo:

https://secure.avaaz.org/po/stop_corrective_rape/?vl

A África do Sul, chamada de Nação Arco-Íris, é reverenciada globalmente pelos seus esforços pós-apartheid contra a discriminação. Ela foi o primeiro país a proteger constitucionalmente cidadãos da discriminação baseada na sexualidade. Porém, a Cidade do Cabo não é a única, a ONG local Luleki Sizwe registrou mais de um “estupro corretivo” por dia e o predomínio da impunidade.

O “estupro corretivo” é baseado na noção absurda e falsa de que lésbicas podem ser estupradas para “se tornarem heterossexuais”, mas este ato horrendo não é classificado como crime de discriminação na África do Sul. As vítimas geralmente são mulheres homossexuais, negras, pobres e profundamente marginalizadas. Até mesmo o estupro grupal e o assassinato da Eudy Simelane, heroína nacional e estrela da seleção feminina de futebol da África do Sul em 2008, não mudou a situação. Na semana passada, o Ministro Radebe insistiu que o motivo de crime é irrelevante em casos de “estupro corretivo”.

A África do Sul é a capital do estupro do mundo. Uma menina nascida na África do Sul tem mais chances de ser estuprada do que de aprender a ler. Surpreendentemente, um quarto das meninas sul-africanas são estupradas antes de completarem 16 anos. Este problema tem muitas raízes: machismo (62% dos meninos com mais de 11 anos acreditam que forçar alguém a fazer sexo não é um ato de violência), pobreza, ocupações massificadas, desemprego, homens marginalizados, indiferença da comunidade -- e mais do que tudo -- os poucos casos que são corajosamente denunciados às autoridades, acabam no descaso da polícia e a impunidade.

Isto é uma catástrofe humana. Mas a Luleki Sizwe e parceiros do Change.org abriram uma fresta na janela da esperança para reagir. Se o mundo todo aderir agora, nós conseguiremos justiça para a Millicent e um compromisso nacional para combater o “estupro corretivo”:

https://secure.avaaz.org/po/stop_corrective_rape/?vl

Está é uma batalha da pobreza, do machismo e da homofobia. Acabar com a cultura do estupro requere uma liderança ousada e ações direcionadas, para assim trazer mudanças para a África do Sul e todo o continente. O Presidente Zuma é um Zulu tradicional, ele mesmo foi ao tribunal acusado de estupro. Porém, ele também criticou a prisão de um casal gay no Malawi no ano passado, e após forte pressão nacional e internacional, a África do Sul finalmente aprovou uma resolução da ONU que se opõe a assassinatos extrajudiciais relacionados a orientação sexual.

Se um grande número de nós participarmos neste chamado por justiça, nós poderemos convencer Zuma a se engajar, levando adiante ações governamentais cruciais e iniciando um debate nacional que poderá influenciar a atitude pública em relação ao estupro e homofobia na África do Sul. Assine agora e depois divulgue:

https://secure.avaaz.org/po/stop_corrective_rape/?vl

Em casos como o da Millicent, é fácil perder a esperança. Mas quando cidadãos se unem em uma única voz, nós podemos ter sucesso em mudar práticas e normas injustas, porém aceitas pela sociedade. No ano passado, na Uganda, nós tivemos sucesso em conseguir uma onda massiva de pressão popular sobre o governo, obrigando-o a engavetar uma proposta de lei que iria condenar à morte gays da Uganda. Foi a pressão global em solidariedade a ativistas nacionais corajosos que pressionaram os líderes da África do Sul a lidarem com a crise da AIDS que estava tomando o país. Vamos nos unir agora e defender um mundo onde cada ser humano poderá viver livre do medo do abuso e violência.

Com esperança e determinação,

Alice, Ricken, Maria Paz, David e toda a equipe da Avaaz

Leia mais:

Mulheres homossexuais sofrem 'estupro corretivo' na África do Sul:
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/12/09/mulheres-homossexuais-sofrem-estupro-corretivo-na-africa-do-sul-915119997.asp

ONG ActionAid afirma que "estupros corretivos" de lésbicas na África do Sul estão aumentando:
http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/lifestyle/2010/03/22/243215-ong-actionaid-afirma-que-estupros-corretivos-de-lesbicas-na-africa-do-sul-estao-aumentando

Acusados de matar atleta lésbica são julgados na África do Sul:
http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,acusados-de-matar-atleta-lesbica-sao-julgados-na-africa-do-sul,410234,0.htm


Apoie a comunidade da Avaaz! Nós somos totalmente sustentados por doações de indivíduos, não aceitamos financiamento de governos ou empresas. Nossa equipe dedicada garante que até as menores doações sejam bem aproveitadas -- clique para doar.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

UNESP de Marília promove X Semana da Mulher - SP

Período: de 29/03/2011 a 31/03/2011
Local: FFC UNESP de Marília
Coordenação: Tânia Suely Antonelli Marcelino Brabo
Promoção: Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania de Marília-NUDHUC
Data do aceite: 21/02/2011

http://www.marilia.unesp.br/index.php?CodigoMenu=7079&CodigoOpcao=7079

ENVIO DE TRABALHOS ATÉ 21 DE FEVEREIRO DE 2011 PARA O EMAIL
XSEMANAMULHER@MARILIA.UNESP.BR

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE TRABALHOS A SEREM APRESENTADOS NO EVENTONORMAS PARA APRESENTAçãO DE TRABALHOS DE PESQUISA E DE RELATOS DE EXPERIêNCIA

A apresentação de trabalho(s) será na forma de comunicação oral, com duração máxima de 20 minutos, incluindo a exposição e o debate que devem versar sobre um dos eixos temáticos:

1. Educação, gênero e movimentos sociais.
2. Mulher indígena e educação.
3. Mulher negra e educação.
4. Educação e sexualidade.
5. Políticas públicas para mulheres no Brasil.
6. Gênero e sexualidade.
7. Mulher rural e educação
8. Mulher e política.
9. Gênero e cultura.

A Comissão Científica fará análise dos trabalhos inscritos tendo como critério básico a pertinência ao tema geral do evento e o enquadramento a um dos eixos temáticos descritos acima. Só serão aceitos trabalhos que retratem pesquisa acadêmica concluída ou em desenvolvimento e relatos de experiências que resultem do desenvolvimento de projetos sobre os temas. Todos os trabalhos aceitos (resumos e trabalhos completos) para apresentação pela Comissão Científica serão publicados na forma de anais em CD-Rom do evento.

DIRETRIZES PARA A ELABORAçãO DOS RESUMOS E DOS TRABALHOS COMPLETOS:
O resumo da comunicação científica e/ou de relato de experiências deverão ser apresentados com, no máximo, 25 linhas, usando editor de texto Word for Windows (fonte Times New Roman, tamanho 10, espaço simples e sem parágrafo, margens de 3 cm).
Sugerimos que contenha introdução, metodologia e resultado(s), sem o emprego de citações bibliográficas ou tabelas. O título do trabalho deverá ser digitado em letras maiúsculas e em negrito.
Após o título, digite o(s) nome(s) do(s) autor(es) (SOBRENOME, nome). Em caso de mais de um autor, os nomes deverão ser separados por ponto e vírgula e o nome do apresentador do trabalho deverá ser sublinhado. Depois do nome do último autor, informar o nome do Departamento ou Programa de Pós-Graduação, a Instituição de
origem e a agência financiadora da pesquisa e/ou projeto e e-mail para contato. Os textos completos deverão ter de 8 a 12 páginas, sem notas de rodapé. Poderão inscrever trabalhos: professores, pesquisadores, profissionais de outras áreas e alunos de graduação e pós-graduação.

IMPORTANTE:

- As inscrições para apresentação de trabalhos serão encerradas em 21 de fevereiro de 2011 e a resposta sobre o aceite ou não pela Comissão Científica será divulgada em 28 de fevereiro no site da UNESP: www.marilia.unesp.br/eventos.
- Os trabalhos deverão ser enviados para o e-mail xsemanamulher@marilia.unesp.br.
- Todos os autores deverão estar inscritos no evento.

PROMOÇÃO:
NÚCLEO DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA DE MARÍLIA-NUDHUC

domingo, 16 de janeiro de 2011

Unesco lança jogo eletrônico para prevenção do HIV entre jovens

Da UNESCO*
Imagem do jogo
Imagem do jogo 

De forma lúdica, ferramenta multimídia também fornece informações sobre o tratamento e cuidados da síndrome.
A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, lançou um jogo eletrônico para a prevenção do HIV e AIDS entre os jovens.
Segundo comunicado da agência, o objetivo da ferramenta é fornecer informações precisas e confiáveis sobre o vírus e, ao mesmo tempo, educar de uma forma divertida.

Viagem
O jogo permite viajar por cinco continentes, com visitas virtuais a alguns patrimônios culturais da Unesco. O programa também permite acessar imagens e fatos interessantes relacionados aos lugares visitados.
O público-alvo consiste de jovens entre 16 e 24 anos ou mais. Segundo a Unesco, os adolescentes têm dificuldade para conversar sobre temas relacionados ao HIV com adultos.
A agência diz que a timidez dos pais e a falta de informações precisas também dificultam o diálogo.
A Unesco já começou a desenvolver um segundo jogo eletrônico para a prevenção do HIV e AIDS.

Faça aqui o download do jogo

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

ONU Mulheres seleciona consultor para apoio na seleção de projetos

(Brasília, 11/01/2011) -  A ONU Mulheres, entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, seleciona, até 17 de janeiro de 2011, dois consultores (as) temporários (as) para apoio ao processo de seleção de projetos para o Fundo Fiduciário das Nações Unidas para Eliminar a Violência contra a Mulher.

As vagas exigem diploma de graduação ou mestrado, em gênero, estudos de desenvolvimento ou área relacionada. Experiência mínima de 5 anos ou licenciatura superior a 10 anos na temática de violência e direitos das mulheres. Conhecimentos sobre as organizações de mulheres e entidades governamentais globais que trabalham com o tema. É desejável fluência em português, inglês e espanhol. Para mais informações, consulte o Termo de Referência.
 
Os (as) candidatos (as) interessados (as) deverão enviar, até 17 de janeiro de 2011, às 23:59, currículo no formato P-11 (Personal History Form) e proposta financeira, para unifembra.hr@unwomen.org ou unwomenbra.hr@unwomen.org, com o texto “Consultant Trust Funds 2011 ”, no assunto da mensagem.Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
 
Acesse:
 

ONU Mulheres seleciona relator(a) para reuniões de planejamento

(Brasília, 11/01/2011) – A ONU Mulheres - Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e Empoderamento das Mulheres seleciona, até 13 de janeiro, consultor (a) para relatoria das reuniões de planejamento do Plano de Trabalho da ONU Mulheres Brasil e Cone Sul 2011.
A vaga exige formação universitária em Ciências Sociais ou áreas afins, experiência em relatoria ou facilitação de reuniões de planejamento. Conhecimentos em metodologia de gestão por resultado (Results Based Management), planejamento com Marco Lógico e em temas relacionados a promoção da igualdade de gênero, assim como familiaridade com a ONU Mulheres e seus princípios. Experiência em Internet, Windows e aplicações do MS Office (Word, Excel, Power Point). A oportunidade também requer espanhol fluente, boa compreensão de inglês e disponibilidade para viagens internacionais. Para mais informações, consulte o Termo de Referência.
Os (as) candidatos (as) interessados (as) deverão enviar, até 13 de janeiro de 2011, as 23:59hs, currículo, formulário P-11 (Personal History Form) e proposta financeira para o endereço de e-mail roberta.ataides@unwomen.org indicando no título da mensagem: "Propuesta: Consultoría – RELATORÍA - Plan Estratégico 2011".Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Edital de Seleção 2011 V Curso de Atualização: “A Teoria e as Questões Políticas da Diáspora Africana nas Américas” - RJ

Criola, através do Programa MultiVersidade Criola , um espaço de formação feminista e anti-racista para mulheres negras, o  Programa de Estudos e Debates dos Povos Africanos e Afro-americanos  (PROAFRO) do  Centro de Ciências Sociais da  Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em parceria com a Universidade do Texas em Austin, através do Centro de Estudos Africanos e Afro-americanos (CAAAS), do Departamento de Estudos da África e da Diáspora Africana, e do  Instituto de Estudos Latino Americanos Teresa Lozano Long (LILLAS), torna público a abertura de inscrições para selecionar alunas e alunos para o Curso de Atualização em Estudos da Diáspora Africana, nas datas e sob as condições especificadas no presente edital. 

Objetivo do Curso

Oferecer formação acadêmica e intelectual de alto nível a ativistas, estudantes e intelectuais de todo o país interessados na área de Estudos da Diáspora Africana, a partir das análises críticas produzidas pelo feminismo negro no Brasil em outras comunidades da Diáspora Africana, e em especial nos Estados Unidos. Este Curso de atualização tem como base o Programa de Pós-Graduação em Estudos da Diáspora Africana da Universidade do Texas em Austin, um dos mais respeitados nos Estados Unidos, e oferecido pelo Centro de Estudos Africanos e Afro-americanos (CAAAS) e pelo Departamento de Antropologia, ambos filiados à Universidade.  

Condição do curso

O curso é gratuito. As despesas de alimentação, transporte, hospedagem e do material
didático- pedagógico são de responsabilidade exclusiva do(a) candidato(a). 

Participação 
Poderão se inscrever para a seleção ativistas dos movimentos sociais, negro e de
mulheres negras, bem como estudantes universitárias/os em nível de graduação e pósgraduação. 

Condições para a participação 
a) Domínio da língua inglesa (leitura e compreensão), pois as aulas serão ministradas
parcialmente em inglês e a maior parte da bibliografia é em inglês; 
b) Disponibilidade de tempo para participação e leitura da bibliografia. 

Período e local do curso
7 de junho a 19 de julho

O curso será realizado nas dependências da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
(UERJ), às segundas e quartas-feiras, de 13h às 18h, no período de 07 de junho a 19 de
julho de 2011, com carga horária total de 60 horas. Será considerado aprovado(a) o(a)
aluno(a) que atender aos critérios de avaliação do curso, dentre os quais a freqüência de
até 75% do total de horas do curso. Os certificados serão emitidos pela Sub-Reitoria de
Extensão da UERJ. 

Total de Vagas 

20 vagas disponíveis 

Inscrição e seleção
 
A  ficha de inscrição está disponível on-line no site www.criola.org.br. As/os
interessadas/os deverão preencher esta ficha, enviá-la por e-mail para
diasporaafricana@criola.org.br anexando um curriculum vitae (três páginas no máximo)
com informações sobre formação, a ação anti-racista e feminista, participação em eventos
acadêmicos e/ou ativistas e até 3 (três) referências de artigos acadêmicos e/ou
informativos de autoria do(a) candidato(a) e pertinentes ao tema do curso. A ficha de
inscrição e o curriculum vitae  só serão aceitos por e-mail e deverão ser enviados no
período de 20/12/2010 à 28/02/2011. 

Os critérios para seleção, com base na ficha de inscrição e no curriculum vitae
apresentados  são: experiência ativista na luta  antirracista e/ou feminista, conhecimento
acadêmico sobre questão racial, domínio  da língua inglesa .
A lista com o nome dos selecionados para o curso será publicada no site de Criola (www.
criola.org.br) e do PROAFRO(www.neabuerj-proafro.com.br) no dia 25/03/2011. 
A seleção das/os alunas/os e a decisão final e irrevogável cabe à coordenação do curso.

Coordenação do Curso
• João Costa Vargas (Ph.D., University of California in San Diego)
Professor Associado, Depto. de Antropologia e Centro de Estudos Africanos e Afroamericanos da Universidade do Texas em Austin.  
• Magali da Silva Almeida (Me., Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro -
UNIRIO, Doutoranda em Serviço Social, Pontifícia Universidade Católica do Rio de
Janeiro). 
Professora da Faculdade de Serviço Social, e Coordenadora do Programa de Estudos
e Debates dos povos Africanos e Afro-americanos (PROAFRO), Universidade do
Estado do Rio de Janeiro. 
• Sônia Beatriz dos Santos (Ph.D., University of Texas at Austin)
Coordenadora do Programa MultiVersidade (CRIOLA)
Pesquisadora Associada  

Informações adicionais no PROAFRO
Tel: 2334-0140 de 13 às 18h, de segunda à sexta feira.
Pavilhão João Lyra Filho, R. São Francisco Xavier, 524, 8º andar, Bloco E, sala 8017.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Inscrições abertas para o pré- vestibular feminino gratuito Bahia Street - BA

São poucas as pessoas com condições para pagar as mensalidades de um cursinho pré-vestibular. Para ajudar as interessadas em conseguir a aprovação, a ONG Bahia Street abriu as inscrições para a seleção do curso pré-vestibular gratuito.
As
aulas terão início no mês de março e serão realizadas no projeto Bahia Street, localizado na Rua do Sodré, 435, Largo do Dois de Julho- Centro, todos os dias à noite.

As inscrições para o curso pré-
vestibular já estão abertas e podem ser feitas no próprio projeto.
O Projeto Bahia Street é uma instituição sem fins lucrativos, fundada em 1997, com a missão de romper o círculo da pobreza com educação e cidadania. A proposta do Projeto é combater a discriminação racial e de gênero, visando a garantia dos direitos humanos, por meio de ações educacionais e sócio-culturais. O trabalho se justifica pela constatação da desigualdade de oportunidades, principalmente entre mulheres negras.

Para esclarecer dúvidas sobre o pré-vestibular e obter mais informações, os interessados podem entrar em contato com o Projeto Bahia Street pelo telefone 71-3322-7680.

Universidade Livre foi Atacada: quiseram nos destruir ... novamente. Mas resistimos

Por quase duas semanas o portal de notícias da Universidade Livre Feminista ficou fora do ar. Fomos atacadas por um cracker (nome que se dá a um hacker - quem invade computadores alheios - que quer fazer o mau, quer prejudicar alguém). Ele foi meticuloso. Preparou o ataque com um mês de antecedência. Conseguiu invadir nosso servidor e instalou programas que começaram a funcionar somente um mês depois. Isso paralisou nosso sistema. A equipe de informática ficou trabalhando no período de festas de final de ano. O site foi liberado hoje, mas mesmo assim, estamos fazendo um monitoramento rigoroso, pois é possível que algumas áreas ainda estejam contaminadas e exista a possibilidade do cracker ter deixado outras armadilhas.
As informações que temos, nos dão conta de que os sites mais atacados no mundo são justamente aqueles com o perfil semelhande ao nosso. São os sites que tratam dos direitos das mulheres, de lésbicas, de gays e de negras(os) Os países que mais originam ataques contra esses sites são a Rússia, a China e o Brasil. Isso não significa que os programadores chamados de crackers são desses países (podem ser dos EUA, França ou Israel, por exemplo). Usam servidores do mundo todo para esconder a origem do ataque. Na verdade, só mesmo sistemas avançados como os que há no governo norte-americano e em sistemas internacionais de polícia é que conseguem rastrear esses ataques. Mas eles não são usados para preteger direitos humanos, são usados para sustentar os privilégios de poderosos ou mesmo para promover alguns ataques, como os vistos no caso da WikiLeaks (o site que divulgou os segredos da diplomacia internacional).
Nosso site de cursos (www.nota10.org.br) não foi afetado, mas como muitas de nossas companheiras usam o site principal para poder chegar nele, ficaram pensando que tudo estava fora do ar.
É o segundo ataque que sofremos. No ano passado, chegamos a perder todos os documentos da Biblioteca Feminista (www.bibliotecafeminista.org.br). Isso nos ajudou a escolher uma outra forma de armazenamento dos documentos e, desde então, estamos reconstruindo a Biblioteca Feminista. Hoje ela já conta com grande parte do acervo recomposto e com outras novidades importantes. Por isso, é todos os dias visitada. Quando tivermos recursos, vamos migrar a Biblioteca para um servidor especializado com um software mais seguro.
Perdemos quinze dias de notícias e informações. Assim como perdemos muitos dias de trabalho de uma equipe que poderia estar fazendo outras coisas mais construtivas. O que inclui a cobertura da posse da primeira mulher a assumir a presidência da República.
Vamos tentar recompor tudo e não vamos desistir. Continuaremos a incomodar essas pessoas que atacam mulheres, lésbicas, negras e minorias.
Ajude-nos a combater o fundamentalismo machista e racista. Divulgue o nosso site e faça com que mais pessoas nos visitem todos os dias. Façam que notícias sobre movimentos de mulheres nos sejam encaminhadas, que artigos feministas venham para que possamos publicar ...

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