Blog sobre relações de gênero



NÃO à violência contra homossexuais!

Feminismo negro?

Frequentemente mulheres negras exigem que explique porque eu poderia me identificar como feminista se, usando este termo, me alio a um movimento racista. Eu digo: ‘A pergunta que devemos nos fazer repetidas vezes é como uma mulher racista pode chamar a si mesma de feminista’. (...) ser ‘feminista’, no sentido autêntico do termo, é querer para todas as pessoas, machos e fêmeas, a liberação dos padrões sexistas de dominação e opressão (HOOKS, Bell. Ain’t I a woman, 1981.)

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Calendário Feminista

24 de fevereiro – Dia da conquista do voto feminino no Brasil
8 de março – Dia Internacional da Mulher
30 de abril – Dia Nacional da Mulher
28 de maio – Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Morte Materna
25 de julho – Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha
29 de agosto – Dia da Visibilidade Lésbica no Brasil
23 de setembro – Dia Internacional contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças
28 de setembro – Dia pela Descriminalização do aborto na América e Caribe
10 de outubro – Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher
25 de outubro – Dia Internacional contra a Exploração da Mulher
25 de novembro – Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher
6 de dezembro – Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres

Gênero em Notícia

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero divulga novo número

Caros leitores,

Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero acaba de publicar seu último número em http://www.revistas2.uepg.br/index.php/rlagg. Convidamos a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e itens de interesse.

Agradecemos seu interesse em nosso trabalho,

Joseli Maria Silva
Marcio Jose Ornat
Alides Baptista Chimin Junior

Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero
geogenero@gmail.com

Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero
Vol. 3, No 1 (2012)
Sumário
http://www.revistas2.uepg.br/index.php/rlagg/issue/view/266

Artigos / Artículos / Article
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Apresentação (1 - 2)
       Joseli Maria Silva,     Diana Lan

Espaços masculinos de Juchitán, Oaxaca (3 - 16)
       Rafael Ernesto Sánchez Súarez,  María del Carmen Juárez Gutiérrez

Aqui jaz o amor: o nascimento do homem, a produção das masculinidades e as   relações internacionais (17 - 29)
       Diego Santos Vieira de Jesus

Acorda Alice, aluga um filme pornô - Uma leitura dos banheiros masculinos
da UFBA (30 - 36)
       Helder Thiago Cordeiro Maia

Pequenas cidades e diversidades culturais no interior do Estado do Rio  Grande do Sul: O caso das microterritorializações homoeróticas em Santo Ângelo e Cruz Alta-RS (37 - 53)
       Benhur Pinós da Costa

Espaços interditos e a constituição das identidades travestis através da  prostituição no Sul do Brasil (54 - 73)
       Marcio Jose Ornat

Los espacios urbanos de sociabilización de los transexuales en la ciudad de   Santiago de Chile (74 - 84)
       Marta Valentina Torres Rodriguez,       Raul Borges Guimarães

Mulher rima com dor? Algumas considerações sobre a nação do prazer
“masculino” e do sofrimento “feminino” (85 - 93)
       Verônica Daminelli Fernandes

Representações Sociais no Território de Elísio Medrado Marcada pelas  Práticas de Prostituição das Mulheres 'Rapa-Bolso' (94 - 104)
       Renilton da Silva Sandes

Articulando os Espaços Público e Privado: Transformações das   Espacialidades Vividas por Mulheres Moradoras de Periferias Pobres Após a  Dissolução Conjugal na Cidade de Ponta Grossa – PR (105 - 116)
       Juliana Przybysz,       Joseli Maria Silva

'Mulheres Fortes e com Estilo': Protagonismo musical e territorialidades
femininas no movimento underground cristão (117 - 126)
       Diogo da Silva Cardoso

Mulheres Homossexuais e as Relações Vividas na Escola: Entre visibilidades
e invisibilidades (127 - 144)
       Patricia Magri Granúzzio

Mulheres Infames em Notícias no Oeste do Paraná (145 - 153)
       tania regina zimmermann

Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes: Um estudo do incesto na
perspectiva de gênero (154 - 163)
       Adriana Terezinha Mello Cançado

Un estudio de Género con Enfoque Territorial: La participación femenina en
pequeñas comunidades rurales de Brasil y Uruguay (164 - 176)
       Rossana Vitelli

Questão Ambiental e Gênero: Algumas aproximações ao longo do tempo e do
espaço (177 - 184)
       Juliana Freitas de Cerqueira Guedes,    Ihering Guedes Alcoforado


Entrevistas / Interview
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Gênero e Território na Geografia Portuguesa: Entrevista com Margarida  Queirós (185 - 189)
       Joseli Maria Silva,     Paulo Jorge Vieira


Resenhas / Resúmenes / Reviews
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Migrant Belongings. Memory, Space, Identity (190 - 192)
       Joana Miranda

Arquitectura y Política. Ensayos para mundos alternativos (193 - 194)
       Ana Estevens

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

III Encontro Nacional Mulheres de Axé - RJ

Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde informa:

III Encontro Nacional Mulheres de Axé

Nos dias 09 e 10 de março vai acontecer no Rio de Janeiro, o III Encontro Nacional Mulheres de Axé.

O encontro tem como objetivos:
- contribuir para o fortalecimento do ativismo das mulheres de terreiros e para a ampliação da participação das mulheres nos espaços de defesa dos direitos e controle social de politicas públicas,
- qualificar as informações sobre direitos sexuais e reprodutivos,
- estimular o desenvolvimento de ações de promoção dos direitos e da autonomia das mulheres.

Para fazer sua inscrição basta clicar em http://www.formfacil.com/redereligioesafro/mulheresdeaxe

Informações com Marmo no semireligafro2007@yahoo.com.br

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

1ª vigília feminista pelo fim da violência contra as mulheres em 2012 - BA

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Munegrale no Festival Vulva la Vida, dia 28/01 - BA

SHOW | Festival Vulva la Vida
Data: 28/01 (sábado)
Local: Visca Sabor & Arte (Rua Guedes Cabral, 123, Rio Vermelho – em frente à Casa de Yemanjá)
Hora: 18h
Valor: 10 reais

BANDAS: Estamira (DF), Bertha Lutz (MG), Sapamá (RS), Mahara, Macumba Love, Munegrale e Reabilitação S/A

Estamira (DF)
http://www.myspace.com/bandaestamira
A banda Estamira pode ser entendida como um “lugar”, uma idéia, um estado de espírito onde o ser humano pode ser mais autêntico. Somos como um desconforto, talvez aquilo que as pessoas não querem ver. Isto porque este projeto é resultado da união de seis mulheres que ousaram e ainda ousam ocupar um espaço que ao longo da história do rock nunca lhes foi destinado: o palco.

Cada uma, a seu modo, confrontou ao longo de sua própria história de vida os padrões socialmente impostos às mulheres. Suas próprias existências, tal como se dão, já é uma afronta às expectativas sociais do “ser mulher”. Neste contexto, montar uma banda composta só por mulheres deixa de ser um “radicalismo ultrapassado” para se tornar mais uma forma de ativismo.
Estamira é: Clarissa Carvalho – Guitarra; Camila Soato – Baixo; Maiara Nunes – Bateria; Ludmila Gaudad – Vocal; Sara Abreu – Guitarra

Bertha Lutz (MG)
http://www.myspace.com/bandaberthalutz
Banda de hard core feminista formada em 2008, que manda um som simples, direto e com muita atitude. Com letras sobre feminismo e sua prática e também sobre sentimentos do dia-a-dia. De modo geral sempre incentivando e chamando as garotas para a luta. Inspiradas por bandas como Dominatrix, Bikini Kill, Bulimia, Team Dresch e pelo movimento Riot Grrrl, a idéia da banda desde seu início era unir hard core, feminismo e ativismo em seus shows. Em quase 4 anos de atividades a banda Bertha Lutz já participou de diversos eventos com temática feminista, inclusive da primeira edição do LADYFEST BH em 2010. Atualmente suas integrantes participam da organização de eventos feministas na cena underground musical de Belo Horizonte e da articulação do Coletivo Feminista Cultural NADAfrágil.

Sapamá (RS)
Sim, a Cala Boca, Zébedeu virou SAPAMÁ, banda de krust-dyke-queer core. Por inúmeros motivos, mesmo não tendo motivo algum. Estamos tocando, criando, brincando e amando tudo, como sempre. Algo diferente disso estaria fora de cogitação. Sem rótulos, sem especifismos, apenas o amor à música e usando a raiva para construir uma nova forma de vida sem ismos autoritários e opressivos. Somos uma banda, um conjunto, ou apenas três amigas criticando tudo o que nos agride diariamente, de forma direta ou indireta.
SAPAMÁ é Bibiana, nos vocais e guitarra, Lú Barata, vocais e baixo, e Nina, vocais e bateria.

Macumba Love (BA)
https://www.facebook.com/macumbalove
A Macumba Love é uma banda formada por 4 mulheres que se encontraram para resgatar o espírito rock juvenil nelas adormecido. Com o nome inspirado num filme trash da década de 60, a Macumba Love traz como prioridade a diversão dos momentos compartilhados entre meninas, cada vez mais escassos no dia-a-dia da vida adulta. Suas maiores influências são as bandas de rock femininas / riot grrrl dos anos 90.

Mahara (BA)
http://www.myspace.com/maharasoul
Mahara , assim é conhecida Patrícia Moreira, num circulo cultural chamado Hip-Hop. Apaixonada pela escrita desde a infância, a estudante de pedagogia descobriu que poderia unir o útil ao agradável a adicionar batidas e ritmos à sua poesia e expressar o que sente musicando seus poemas e transformando-os em Rap (a marcante música que estourou para fora dos guetos norte-americanos em meados dos anos 90). Com fortes influências do Jazz, Reggae e do Blues, suas músicas seguem uma nova tendência dentro do estilo: a liberdade do discurso, deixando de lado cartilhas ou clichês, seus sons cumprem um outro papel na cena, são intimistas, suaves, sem o peso do protesto e revolta presentes em boa parte dos registros do gênero. Nem melhor, nem pior, apenas outro conteúdo para o formato musical que tem fortes ligações com a rua e suas agruras.

Munegrale (BA)
http://www.myspace.com/munegrale
O Grupo de Rap Munegrale nasceu em 2005 com essência no rap e ritimologia original surgida a partir da mistura com samba, cordel, embolada, soul, blues, ragga, afoxé e outros ritmos tradicionais afrobrasileiro. A proposta do Munegrale é ressignificar e dizer em alto e bom som ‘o que é que a baiana tem?’ Com a batida forte e levada dançante o grupo é formado por Simone Gonçalves (Negramone), Carla Santos (Kaianapaz), Deyse Ramos e conta com a parceria especial do DJ Bandido e da contrabaixista Zinha Franco.

Reabilitação Sociedade Anônima (BA)
Reabilitar-se do mundo através da música. Com essa proposta simples, a banda Reabilitação S/A chega ao cenário musical de Salvador, fazendo o que gosta de chamar de Rockzinho Ê, um rock direto e divertido, que mescla elementos do pop-rock, do punk e com uma pitadinha generosa de feminismo. Nascida no segundo semestre de 2011, arrancada a fórceps do útero, a banda manda um som simples, expressado através de músicas autorais e releituras de artistas brasileiros. Com o nome inspirado em um hit de Amy Winehouse e letras que falam sobre amor, sexo e sobre a condição humana, a Reabilitação convida todo mundo para a sua Sociedade Anônima, onde impera o bom e velho rock and roll.
Integrantes: Amanda Julieta (Vocal); Elen Rebeca (Baixo); Danilo Ramos (Bateria); Laila Cristina (Guitarra); Karina Matos (Guitarra)

+infos http://festivalvulvalavida.wordpress.com/
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