Casos e Coisas do Gênero
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Calendário Feminista - Novembro
25 - Dia Internacional de Luta pela Não-Violência Contra a Mulher
Início da Campanha Mundial 16 Dias de Ativismo
27 - Ratificação pelo Brasil em 1995 da Convenção de Belém do Pará
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Relações raciais e educação será o próximo tema da missão da Relatoria Nacional para o Direito Humano à Educação
Com o apoio do Programa de Voluntários das Nações Unidas e da Procuradoria Federal do Direito do Cidadão, a Relatoria Nacional do Direito Humano à Educação é uma iniciativa da Plataforma DHESCA (Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais), uma articulação de 34 organizações e redes nacionais de direitos humanos. A atual Relatora é Denise Carreira, feminista, coordenadora do programa pesquisa e monitoramento de políticas educacionais da Ação Educativa e ex-coordenadora da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.
A última missão da Relatoria Nacional de Educação abordou a situação da educação nas prisões brasileiras (leia aqui sobre o tema).
Controle Social
Conheça o trabalho das Relatorias da Plataforma DhESCA/Brasil
Com o apoio do Programa de Voluntários das Nações Unidas e da Procuradoria Federal do Direito do Cidadão, a Relatoria Nacional do Direito Humano à Educação é uma iniciativa da Plataforma DHESCA (Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais), uma articulação de 34 organizações e redes nacionais de direitos humanos.
Inspirada nos Relatores Especiais da ONU, a Plataforma possui mais cinco relatorias nacionais: saúde, moradia e terra, alimentação, meio ambiente e trabalho. A função de Relator não é remunerada e é exercida por pessoas com grande reconhecimento no campo em que atuam, responsáveis por liderar investigações independentes sobre violações. Cada relatoria nacional conta com o apoio de um assessor, vinculado ao quadro das Nações Unidas. Na educação, a assessoria é exercida pela educadora Suelaine Carneiro, ativista do movimento de mulheres negras e integrante da organização Geledés Instituto da Mulher Negra..
A atual Relatora eleita em junho de 2007 é Denise Carreira, feminista, coordenadora do programa pesquisa e monitoramento de políticas educacionais da Ação Educativa e ex-coordenadora da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. A última missão da Relatoria Nacional de Educação abordou a situação educacional no Complexo do Alemão do Rio de Janeiro, após confrontos entre policiais e narcotraficantes. O relatório sobre o Complexo do Alemão está disponível nos sites www.dhescbrasil.org.br e www.acaoeducativa.org.br
É a segunda vez que a Relatoria Nacional para o Direito Humano à Educação trata o tema educação nas Prisões. Em 2006, a ex-Relatora Nacional de Educação Edla Soares e assessora Ednar Cavalcanti realizaram missão sobre a situação das unidades prisionais femininas de Pernambuco. O relatório pode ser acessado no site www.dhescbrasil.org.br
A organização de uma missão
A missão da relatoria está baseada em uma forte articulação com as organizações locais. A organização de uma missão envolve cinco etapas:
qualificação da denúncia – levantamento de informações sobre a problemática. A partir da denúncia sobre o caso de violação do direito humano à educação, a equipe da Relatoria inicia o processo de levantamento de informações sobre a problemática e contato com organizações da sociedade civil e autoridades do poder público local para verificar a pertinência da missão.
realização da missão – com apoio das organizações e autoridades locais comprometidas com a questão, é realizada a missão, que envolve visitas às comunidades atingidas, entrevistas com famílias, educadoras e educadores, dirigentes escolares, alunos (crianças a adultos); reuniões com autoridades locais; e a realização de uma audiência pública com a população atingida e autoridades para a discussão da situação e a construção de um plano de trabalho que enfrente o problema. Conforme as condições e o interesse, a relatoria realiza também um momento de formação sobre o direito à educação e sobre as formas como a população pode exigi-lo junto às organizações locais.
elaboração do relatório – a equipe da relatoria elabora o relatório contendo a denúncia, o contexto, as vozes da comunidade e das autoridades e o plano de ação pactuado para o enfrentamento do problema.
entrega do relatório às autoridades e divulgação nacional e internacional – o relatório é divulgado junto à imprensa nacional e internacional e entregue às autoridades nacionais, estaduais e municipais para a tomada de providências. Também é apresentado a instâncias internacionais.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Políticas públicas para as mulheres negras de Salvador é tema de debate no Centro de Referência Loreta Valadares - BA
sábado, 14 de novembro de 2009
UNEB promove II Encontro de Parteiras Tradicionais da Chapada Diamantina - BA
1º Encontro Nacional de Negras Jovens Feministas - BA
Interessadas devem enviar sua ficha de pré-inscrição para o e-mail: negrasjovensfeministas@yahoo.com.br até 16 de novembro de 2009.
Critérios de Seleção:
Brasil.
3 –Contribuir para as discussões e atividades do encontro.
4 – Assumir o compromisso de multiplicar as discussões do encontro para outras pessoas no sua região.
PS> Não é pré-requisto para a inscrição para o I ENNJF participar do grupo de discussão negrasjovensfeminis tas@yahoogrupos. com.br ,
Histórico das negras jovens feministas
DIVULGUEM!!! !!!!!!!!! !!.
Hélen Barcellos
Telefone: (21)91380871
Msn: helen_barcellos@hotmail.com
Skype: helen.barcellos
Aberto edital de ensaios sobre a luta das mulheres contra o racismo na América Latina e Caribe
O edital estabelece três eixos de abordagem: representações, discursos e políticas de identidades; agendas feministas na América Latina e Caribe e a luta contra o racismo; e estratégias, identidades e discursos políticos das organizações e/ou movimentos sociais de mulheres e as distintas expressões feministas das mulheres negras e indígenas. O concurso tem caráter plural e não privilegia nenhuma teoria em particular.
Os três melhores ensaios serão premiados com publicação na série Cadernos de Diálogos e receberão valores em dinheiro: primeiro lugar US$ 2.300, segundo lugar US$ 1.700 e terceiro lugar US$ 1.000. Os textos devem seguir as normas técnicas de apresentação científica e serem enviados pelo correio postal sem identificação de autoria.
Clique aqui para ler a íntegra do edital (em Português)
Blog Afrocensos 2010 divulga notícias sobre raça e etnia na rodada dos censos nas Américas
Notícias, entrevistas, debates, artigos e dados por raça e etnia. Esses são os conteúdos do Blog Afrocensos 2010, ferramenta criada para divulgar a mobilização dos afrodescendentes das Américas na rodada dos censos de 2010 a 2012. A atualização das informações é feita por integrantes do Grupo de Trabalho Afrodescendentes das Américas nos Censos de 2010, jornalistas, comunicadores e ativistas, engajados no combate ao racismo e na afirmação da identidade negra.
O Blog Afrocensos 2010 registra as principais iniciativas políticas dos afrodescendentes para monitoramento e incidência na coleta de dados por raça e etnia nos censos, como estabelece a Declaração e o Plano de Ação de Durban. Os textos são escritos em Português, Espanhol e Inglês para facilitar o acesso à informação dos afrodescendentes e a troca de experiências sobre os censos de 2010-2012.
Blog Afrocensos 2010: conteúdo em Português, Espanhol e Inglês sobre as principais notícias sobre os censos de 2010 |
Desde a sua formação, em junho de 2009, o Grupo de Trabalho de Afrodescendentes das Américas para os Censos de 2010, conta com assessoria técnica e apoio financeiro do UNIFEM Brasil e Cone Sul, por meio do Programa Gênero, Raça e Etnia. Para Maria Inês Barbosa, coordenadora do programa regional, o uso das redes sociais de informação é fundamental para integrar e divulgar a maneira como os afrodescendentes vão incidir nos censos de 2010-2012.
“Os censos se constituem como estratégia fundamental para visibilizar as populações impactadas pelo racismo. Além disso, são fontes de informações que possibilitam a expressão das desigualdades. Desta forma, é uma estratégia importante no processo de desconstrução do racismo”, considera Maria Inês Barbosa.
Leia no Blog Afrocensos 2010 a entrevista de Epsy Campbell sobre as estratégias do Grupo Grupo de Trabalho de Afrodescendentes das Américas para os Censos de 2010.
Fonte: Informativo Gênero, Raça e Etnia do UNIFEM - outubro 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
I Encontro Baiano de Mulheres Cegas - BA
A Bahia é um estado que responde por mais de 2 milhões de pessoas convivendo com algum tipo de deficiência. A deficiência visual feminina guarda em si, aspectos peculiares: a discriminação por ser mulher, por ser cega e por viver em condições adversas no meio social. O I Encontro Baiano de Mulheres Cegas pretende lançar uma lupa sobre tais questões tendo como objeto de exame, os direitos da mulher em diálogo com sua condição de cega, suas relações familiares, seu ingresso e permanência no mercado de trabalho, saúde, sexualidade e inserção social igualmente merecem destaque nesse panorama. Nunca houve um debate aprofundado sobre esse tema na Bahia e, por isso, o projeto certamente descortinará esse aspecto marcante na proteção e defesa dos direitos da pessoa com deficiência. A inclusão de novos e outros olhares de mulheres cegas ou não, justifica satisfatoriamente a criação desse momento que a Associação Baiana de Cegos propõe. O encontro aqui se impõe como espaço privilegiado para o aprofundamento das demandas do segmento de mulheres com deficiência visual na Bahia. Dessa forma, a Associação Baiana de Cegos sai na frente e lança luz sobre a pouco conhecida vida e a defesa dos direitos da mulher cega em nosso Estado. Almeja diagnosticar o perfil da mulher mãe, trabalhadora e formadora de opinião convivendo com uma limitação visual.
O I Encontro Baiano de Mulheres Cegas ocorrerá nos dias 11 e 12 de dezembro, das 8h às 18h no Auditório da Associação Baiana de Cegos localizada na Rua Mesquita dos Barris, 40 - Barris.
As inscrições podem ser realizadas através do preenchimento da ficha por telefone (71 3328.0661), pessoalmente na sede da Associação Baiana de Cegos, ou ainda poderá ser preenchida eletronicamente e enviada para o endereço eletrônico eventos@associacaobaianadecegos.org.br, via fax ou via postal. A inscrição é gratuita e as participantes terão direito a alimentação, material didático e participação nas oficinas. Vagas limitadas!
O I Encontro Baiano de Mulheres Cegas tem o apoio do Programa de Acessibilidade da Vida Brasil. Segue programação
08.30h – Mesa redonda 1: A mulher cega no contexto da inclusão social; 



