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terça-feira, 25 de setembro de 2012
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
I Seminário Nacional Interseccionalidade de Raça e Gênero no Enfrentamento a Feminização DST/Aids - PR
O I Seminário Nacional Interseccionalidade de Raça e Gênero no Enfrentamento a Feminização DST/Aids, que acontecerá na cidade de Curitiba-Paraná de 11 a 13 de novembro é organizado pela Rede Mulheres Negras do Paraná, em parceria com Rede Lai Lai Apejo-População Negra e Aids, contando com o apoio do Departamento DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.
Será uma atividade de caráter nacional, envolvendo as 27 unidades da federação e tem como público alvo a participação de mulheres negras e não negras vivendo com HIV/Aids; representações de organizações da sociedade civil que trabalham diretamente no enfrentamento a epidemia e prevenção do HIV/Aids, organização que atuam na promoção de saúde e saúde da população negra; e gestores (as) de saúde, organismos de políticas para mulheres e de igualdade racial.
O I Seminário tem como eixo estrutural construir uma ação estratégica que subsidie o governo federal na elaboração de proposições que atuem diretamente no enfrentamento a feminização da Aids e outras DST, considerando o enfoque racial. Tenho como premissa que a execução do Plano Integrado de Enfrentamento a Feminização da Aids e outras DST (2007/2011) encerrou no final do ano passado, e o desafio ainda persiste, apresentasse latente a pergunta de quais são as estratégias e respostas do governo brasileiro, nas suas 3 esferas e da sociedade civil, no enfrentamento da epidemia entre as mulheres?
Convidamos todas e todos a construírem estas respostas junto conosco de 11 a 13 de novembro na cidade de Curitiba-Paraná.
Será uma atividade de caráter nacional, envolvendo as 27 unidades da federação e tem como público alvo a participação de mulheres negras e não negras vivendo com HIV/Aids; representações de organizações da sociedade civil que trabalham diretamente no enfrentamento a epidemia e prevenção do HIV/Aids, organização que atuam na promoção de saúde e saúde da população negra; e gestores (as) de saúde, organismos de políticas para mulheres e de igualdade racial.
O I Seminário tem como eixo estrutural construir uma ação estratégica que subsidie o governo federal na elaboração de proposições que atuem diretamente no enfrentamento a feminização da Aids e outras DST, considerando o enfoque racial. Tenho como premissa que a execução do Plano Integrado de Enfrentamento a Feminização da Aids e outras DST (2007/2011) encerrou no final do ano passado, e o desafio ainda persiste, apresentasse latente a pergunta de quais são as estratégias e respostas do governo brasileiro, nas suas 3 esferas e da sociedade civil, no enfrentamento da epidemia entre as mulheres?
Convidamos todas e todos a construírem estas respostas junto conosco de 11 a 13 de novembro na cidade de Curitiba-Paraná.
Todas (os) participantes selecionadas (os) receberão financiamento para sua participação integral no evento. Sendo de responsabilidade da organização do I Seminário o custeio das passagens aéreas local de origem-Curitiba-local de origem, hospedagem, alimentação e materiais de trabalho ao longo dos dias de atividade.
Rede Mulheres Negras do Paraná e Rede Lai Lai Apejo-População Negra e Aids
Maiores informações: seminario.enf.fem.dst.aids@gmail.com, redelailaids@gmail.com eredemulheresnegraspr@yahoo.com.br
Rede Mulheres Negras do Paraná e Rede Lai Lai Apejo-População Negra e Aids
Maiores informações: seminario.enf.fem.dst.aids@gmail.com, redelailaids@gmail.com eredemulheresnegraspr@yahoo.com.br
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Debate - Pensamento Crítico na América Latina: pós-colonialidade e feminismo - PE
Dia 14 set, às 18h30, no centro cultural feminista do SOS CORPO, na Rua Real da Torre, 593, bairro da Madalena, Recife.

O processo de colonização da América Latina pela Europa construiu a perspectiva de inferioridade dos não-europeus, baseada na divisão racial do trabalho no âmbito do capitalismo mundial, e isto possibilitou a naturalização das relações coloniais de dominação.
O ponto de partida dos estudos pós-coloniais é a constatação de que toda enunciação tem um lugar de origem. Isso implica compreender criticamente a produção do conhecimento a partir da geopolítica da dominação no mundo, mas também a partir das múltiplas faces da dominação, o que inclui opressões diversas.
A teoria feminista faz a crítica à concepção de um sujeito universal masculino, mais recentemente identificado como sujeito masculino, branco e proprietário, trazendo para o debate a referência às relações sociais de raça e classe que foi dominante no pensamento moderno.
Os estudos pós-coloniais, com suas abordagens acerca da necessária descolonização do poder e do saber, colocam questões para a teoria feminista.
Contaremos com as provocações iniciais
- de Paulo Henrique Martins, professor da UFPE e atual presidente da ALAS - Associação Latino-americana de Sociologia, que estará lançando a publicação “América Latina y la heterotopía de una comunidadde destino solidaria” (*).
- de Betânia Ávila, pesquisadora e integrante da equipe do SOS Corpo, que falará sobre feminismo
em diálogo com a questão da pós-colonialidade.
em diálogo com a questão da pós-colonialidade.
(*) A publicação está disponível em sua versão digital no endereço:http://estudiosociologicos.com.ar/portal/blog/decolonialidad-de-america-latina/
Leia também:
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Palestra "Abjeção, monstruosidade e discurso científico: os novos monstros sexuais" - SP

Data: 20/09, quinta-feira, Mini-auditório do Museu
Antropológico, às 18h30.
O título da palestra será: "Abjeção,
monstruosidade e discurso científico: os novos monstros sexuais".
Informações sobre o palestrante:
Professor Adjunto
do Departamento de Sociologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR),
especialista em sociologia urbana, sexualidade, gênero, comunicação e arte. É
autor, dentre outras produções, de "Nossos corpos também mudam - a
invenção das categorias" (Annablume/ FAPESP, 2011) e "Das maravilhas
e prodígios sexuais - A pornografia" (Annablume/ Fapesp, 2006).
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