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sábado, 27 de agosto de 2011

Ministério da Saúde participa de ação para ampliar a visibilidade lésbica - DF

Expandir as discussões sobre a diversidade sexual feminina, na expectativa de assegurar o respeito e reconhecimento às ações afirmativas para mulheres lésbicas. Este é um dos objetivos do ‘Diálogo pela Visibilidade Lésbica - Questão de Justiça & Saúde’, que acontece na próxima segunda-feira (29), às 9h30, no auditório do Ministério da Justiça.
Promovem o evento a Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Apoio à Gestão Participativa (Dagep), o Ministério da Justiça e a Secretaria de Políticas para Mulheres, por meio de sua Subsecretaria de Articulação Institucional e Ações Temáticas.
O dia 29 de agosto foi instituído como Dia Nacional da Visibilidade Lésbica a fim de tornar público esse segmento que, historicamente, esteve invisível. A data é uma referência à realização, em 1996, do I Seminário Nacional de Lésbicas (Senale), no Rio de Ja­neiro, evento que reuniu cerca de 100 lésbicas e mulheres bissexuais.
“A invisibilidade de lésbicas contribui para maior vulnerabilidade destas mulheres em relação à sua saúde, educação, trabalho etc. Diante da ausência de informações específicas, profissionais de saúde, justiça e segurança pública têm dificuldades de perceber as necessidades deste público e atendê-lo adequadamente”, pontua Júlia Roland, diretora do Dagep.
Superar a subnotificação de dados referentes à lesbofobia - violência contra lésbicas - é outra urgente demanda que será discutida durante o evento.
INDICADORES - Publicado pela Rede Feminista de Saúde em 2006, o ‘Dossiê Saúde das Mulheres Lésbicas - Promoção da Equidade e da Integralidade’ apresenta dados que evidenciam as desigualdades de acesso à saúde pelas lésbicas e mulheres bissexuais. O estudo mostra, por exemplo, que 40% das mulheres que procuram os serviços de saúde não revelam sua orientação sexual. Entre as que revelam não serem heterossexuais, 28% afirmam receber um atendimento pouco atencioso pelos médicos, e 17% acreditam que estes deixam de solicitar exames indispensáveis por considerarem desnecessário procedimentos mais detalhados.
No que se refere à realização do exame preventivo do câncer cérvico-uterino - Papanicolau, dados do dossiê demonstram que a proporção de procedimentos realizados em mulheres heterossexuais é de 89,7%, enquanto entre as mulheres lésbicas e bissexuais este indicador cai para 66,7%, mesmo em grupos com maior escolaridade e renda.

Serviço:
             
Diálogo pela Visibilidade Lésbica - Questão de Justiça & Saúde
Quando: 29 de agosto de 2011, às 9h30
Onde: Auditório do Ministério da Justiça
Esplanada dos Ministérios, bloco T, edifício Sede, 3º andar
Brasília - DF

Informações:    daniela.marques@saude.gov.br
maria.assirati@mj.gov.br

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